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Bem-estar e experiência guiam o novo design

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O design de interiores vive um momento de transformação. Em vez de priorizar apenas a estética ou seguir tendências passageiras, o mercado passa a valorizar cada vez mais projetos que promovam bem-estar, conforto e conexão emocional com os espaços. A busca por ambientes mais acolhedores, funcionais e alinhados ao estilo de vida das pessoas vem influenciando decisões que vão desde a escolha de materiais até a concepção de experiências nos ambientes.

Entre os movimentos que ganham destaque estão o uso de tons terrosos, texturas naturais, formas orgânicas e materiais que despertam sensações táteis e visuais. Madeiras, pedras, tecidos com textura marcante, vidro em diferentes aplicações e acabamentos metálicos aparecem como elementos capazes de unir sofisticação, funcionalidade e personalidade.

Outro conceito que vem se fortalecendo é o chamado “luxo silencioso”, caracterizado por escolhas que valorizam qualidade, durabilidade e excelência na execução, sem excessos ou ostentação. Nesse contexto, a sofisticação está mais relacionada à experiência proporcionada pelo espaço do que à exibição de elementos de alto impacto visual.

Para Stéphanie Lucchese Borsatto, arquiteta e gerente operacional da we.arch, estúdio de arquitetura e interiores de alto padrão em Balneário Camboriú, a principal mudança observada no setor está na forma como os ambientes são pensados. “Hoje existe uma preocupação muito maior em criar espaços intuitivos, confortáveis e sensoriais, onde tecnologia, iluminação, materiais e mobiliário atuam integradamente. A experiência das pessoas passa a ser o ponto de partida do projeto”, afirma.

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Segundo a especialista, esse olhar influencia diretamente a seleção de materiais, acabamentos e soluções adotadas em cada projeto. “Para nós, não basta acompanhar tendências, o importante é entender o que faz sentido para cada contexto e para cada cliente. O design precisa responder a necessidades reais e contribuir para a qualidade de vida das pessoas”, destaca.

Nesse cenário, temas como bem-estar, funcionalidade, durabilidade e autenticidade tendem a permanecer no centro das discussões do setor, refletindo uma visão mais madura do design e seu impacto na forma como as pessoas vivem, trabalham e se relacionam com os espaços. “O design está cada vez menos ligado a modismos e cada vez mais conectado à intenção. Os melhores projetos são aqueles que conseguem unir estética, funcionalidade e significado naturalmente”, conclui Stéphanie.



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Pagamentos digitais ampliam acesso ao crédito no Brasil

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O avanço dos pagamentos digitais no Brasil tem reconfigurado o mercado financeiro e ampliado o acesso da população a novas modalidades de crédito. Impulsionado pelo sucesso do Pix, que já responde por mais da metade das transações financeiras no país, e pelo crescimento do Open Finance, que conecta mais de 65 milhões de contas e movimenta cerca de R$ 1,2 bilhão por mês, o país vive uma transformação estrutural que reduz barreiras históricas e fortalece a inclusão financeira.

Segundo Rodrigo Drummond, diretor financeiro da fintech de crédito UNI FY, “o Pix deixou de ser apenas um meio de pagamento de baixo custo e tornou-se infraestrutura crítica para distribuição de serviços e liquidez em tempo real, viabilizando a era das finanças embutidas”.

Na visão do executivo, essa evolução abre espaço para novas soluções, como o Pix Consignado, previsto para 2026, que permitirá que trabalhadores autônomos e microempreendedores utilizem recebíveis futuros como garantia de crédito, com juros menores e liquidez imediata.

“Além de trazer maior competitividade para servidores e aposentados, a modalidade destrava o mercado de trabalhadores CLT e atinge o público subatendido da gig economy e informais, utilizando modelos híbridos de antecipação e score alternativo”, salienta.

Outro movimento relevante é a antecipação salarial, que integra o ecossistema da UNI FY como parte de uma plataforma de crédito contínuo e contextual. Para Fabio Martins, CEO da fintech, essas soluções podem oferecer fôlego financeiro imediato e substituir linhas predatórias, criando bem-estar para o colaborador e fidelização para empresas.

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Além dos avanços em produtos e serviços, o crescimento do crédito digital gera desafios regulatórios e operacionais. Em 2026, o governo federal reduziu gradualmente a margem consignável de servidores públicos e estabeleceu limites para o custo efetivo total dos empréstimos, buscando maior transparência e combate a abusos.

Ao mesmo tempo, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) endureceu regras contra fraudes, exigindo validação biométrica e bloqueio automático de benefícios após cada contratação. Essas medidas refletem a necessidade de coordenação entre agentes para mitigar riscos e garantir conformidade.

De acordo com Drummond, a maioria das reclamações registradas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) envolve práticas abusivas ou fraudes, e o INSS contabilizou um aumento nas queixas sobre empréstimos não autorizados, o que levou o Tribunal de Contas da União a exigir documentação rigorosa de consentimento. “O principal risco hoje não é tecnológico, mas sim a coordenação entre os agentes para mitigar a judicialização e garantir conformidade e transparência absoluta”, afirma.

Para enfrentar esse cenário, a UNI FY se posiciona como uma fintech que combina tecnologia, meios de pagamento, crédito consignado e experiência digital em uma única plataforma. A empresa aposta no modelo Consignado as a Service (CaaS), que automatiza o fluxo de originação e identifica a margem e os descontos, além de implementar jornadas de consentimento digital auditáveis, com biometria facial e assinaturas eletrônicas.

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Martins explica que a empresa também utiliza inteligência artificial para monitoramento antifraude em tempo real e recorre ao Open Finance para modelagem de score alternativo. “A tecnologia não apenas gera eficiência interna, mas reconfigura o produto em tempo real, respondendo às exigências regulatórias e às necessidades dos clientes”, sustenta.

O Brasil, que já se destaca globalmente pela inovação em pagamentos digitais, avança para um modelo em que crédito e liquidez se tornam parte do cotidiano, integrados ao fluxo de renda e sustentados por tecnologia. Segundo os executivos, os próximos passos da UNI FY estão fundamentados em um plano de aceleração que prevê expansão de canais e parcerias, escalabilidade do modelo CaaS e fortalecimento das ferramentas de governança e compliance.

A estratégia inclui ainda consolidar a fintech como hub tecnológico e financeiro para correspondentes bancários e instituições que operam crédito digital. “Não somos apenas fornecedores de tecnologia, mas uma infraestrutura que atua com o objetivo de apoiar as instituições na captura desse valor com a segurança jurídica e a escala que o momento exige”, conclui Martins.

Para saber mais, basta acessar: http://meuunify.com.br



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