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Prefeitura convida comunidade rural para participar das oficinas de construção do Plano Municipal de Agricultura Familiar e Indígena

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A Prefeitura de Diamantino, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, convida agricultores familiares, assentados, comunidades indígenas, lideranças rurais, associações e toda a população interessada para participar das Oficinas Participativas de Construção do Plano Municipal de Agricultura Familiar e Indígena (PMAFI).

A iniciativa tem como objetivo ouvir a comunidade, identificar as principais demandas do setor e construir, de forma coletiva, estratégias e ações que contribuam para o fortalecimento da agricultura familiar e das comunidades indígenas do município.

As oficinas serão realizadas em três comunidades rurais do município. O primeiro encontro acontece no dia 30 de junho, no Assentamento Bojuí, das 13h às 17h, no Centro Comunitário do Assentamento. 

Em seguida, no dia 02 de julho, a oficina será realizada no Assentamento Caeté, também das 13h às 17h, no Salão da Igreja Católica, localizado ao lado do Posto de Saúde. Já no dia 04 de julho, o encontro ocorrerá na comunidade de Córrego Grande, das 13h às 17h, na propriedade da Sra. Irene, no Laticínio Monte Verde. 

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Segundo a pasta, as oficinas serão espaços de diálogo e participação social, onde os moradores poderão compartilhar experiências, apontar desafios e apresentar sugestões que servirão de base para a elaboração do plano, instrumento que orientará futuras políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural sustentável de Diamantino.

O secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Milton Criveletto, destacou que a participação da comunidade é essencial para a construção de um plano que atenda às reais necessidades dos produtores e das comunidades rurais do município.

“A participação da comunidade é fundamental para garantir que o plano contemple as necessidades dos produtores rurais, promovendo mais oportunidades, fortalecendo a produção e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida no campo.”

A ação é realizada pelo Consórcio Oeste de Mato Grosso, PCI, Produzindo Certo, IPAM Amazônia e Proforest, em parceria com a Prefeitura de Diamantino e com apoio da EMPAER, Governo de Mato Grosso, UNEMAT e APRAPA. 

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Campanha de doação de sangue em Diamantino arrecada 147 bolsas

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A Prefeitura de Diamantino, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Biomed Laboratório de Análises Clínicas, o Centro de Hematologia e Hemoterapia de Mato Grosso (MT Hemocentro) e a Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) – Campus de Diamantino, realizou nos dias 29 e 30 de setembro e 1º de outubro uma campanha de doação de sangue que resultou na coleta de 147 bolsas.

A ação teve como objetivo incentivar a doação voluntária, ampliar a participação da população e contribuir com o abastecimento dos estoques de sangue utilizados no atendimento de pacientes que necessitam de transfusões e outros procedimentos de saúde.

A coordenadora da Atenção Especializada, Adelita Aguiar, explicou a atuação da Secretaria Municipal de Saúde durante a campanha.

“A Secretaria de Saúde foi parceira durante toda a ação. Nossa equipe de profissionais atuou no suporte aos atendimentos e também contribuímos com equipamentos necessários para a realização da campanha.”  

A representante da Biomed, Eduarda Correia, destacou a mobilização e agradeceu a participação dos envolvidos na campanha.

“Para nós, do Laboratório Biomed, essa campanha foi muito mais do que uma ação. Foi um exercício de solidariedade e união. Agradecemos a cada pessoa que participou, doou, divulgou e incentivou alguém a fazer parte dessa corrente, além dos nossos parceiros, UNEMAT, MT Hemocentro e Secretaria Municipal de Saúde, que abraçaram a proposta e trabalharam conosco para que ela acontecesse.”

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Ela completou: “O resultado de 147 bolsas arrecadadas mostra a força dessa mobilização e o quanto a união entre comunidade e instituições pode fazer a diferença.”

A enfermeira Rosineide Silva, representante do MT Hemocentro, falou sobre a importância da campanha para os estoques de sangue. 

“Precisamos de todos os tipos sanguíneos, mas o “O negativo” merece uma atenção especial porque os nossos estoques estão baixos. Uma única bolsa de sangue pode ajudar a salvar até quatro vidas. Por isso, é importante que as pessoas participem e incentivem também seus familiares a doar.”

Ela complementou: “Após a triagem clínica, a pessoa considerada apta realiza a doação. O sangue coletado é armazenado e transportado até o Hemocentro, onde passa por todos os processos e cuidados necessários até chegar ao paciente que vai recebê-lo.”

Entre os participantes, a estudante de Direito Beatriz Garcia Marinho, contou que doa sangue desde os 16 e compartilhou sua experiência com a doação. 

“Eu acho muito importante porque é uma coisa rápida e prática, mas que pode ajudar muita gente. Minha irmã, quando nasceu, precisou de sangue e não tinha bolsa disponível no hospital. Na época, todo mundo teve que se mobilizar para doar. Então, para mim, isso tem um significado muito grande.”

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A moradora, Meirielly Silva, realizou a doação pela primeira vez e contou que já tinha vontade de participar há algum tempo.

“Eu já vinha pensando em doar há alguns anos, mas sempre surgia alguma coisa que me impedia. Desta vez, decidi que queria participar e fiz o possível para estar aqui. Fico muito feliz de poder contribuir e também quero incentivar outras pessoas a virem doar.”

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