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Ana Castela diverte seguidores ao mostrar veículo do pai: ‘Ram Tchum do meu pai’

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A cantora Ana Castela voltou a divertir os internautas ao compartilhar um momento descontraído ao lado do pai. A Boiadeira mostrou a antiga caminhonete F-1000 da família e fez questão de destacar os “acessórios especiais” do veículo, arrancando risadas dos seguidores nas redes sociais. “Essa daqui, é a Ram Tchum do meu pai”, iniciou Ana.

Durante o vídeo, Ana brincou ao apresentar o carro como se fosse um modelo de luxo. Entre os “itens premium”, ela citou o “teto solar manual”, o som que desencaixa facilmente e até o estepe na carroceria. Em tom bem-humorado, a artista ainda pediu para o pai mostrar o “RAM TCHUM” do veículo, o que impressionou Ana e a fez dar muitas risadas.

A publicação ganhou milhares de comentários e compartilhamentos, com internautas elogiando a simplicidade e o carisma da cantora. Conhecida pelo jeito espontâneo, Ana mais uma vez conquistou o público ao transformar uma cena do cotidiano em um dos assuntos mais comentados das redes. Confira:



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Férias transformam leitura em brincadeira e conexão

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As férias chegaram, trazendo um convite para desacelerar e criar memórias inesquecíveis. Para muitas famílias, é o momento ideal para desmistificar a leitura como uma “tarefa escolar” ou uma obrigação. Pelo contrário: a leitura compartilhada pode ser um espaço de afeto, diversão e fortalecimento de vínculos entre adultos e crianças.

Além de ser uma grande brincadeira, o contato com os livros na primeira infância tem um impacto profundo no desenvolvimento infantil. Segundo o Center on the Developing Child, da Universidade de Harvard, cerca de 90% do cérebro humano está formado aos 6 anos de idade. Esse é o período de maior neuroplasticidade da vida humana. Pesquisas confirmam que escutar histórias lidas em voz alta enriquece o vocabulário, torna a linguagem mais complexa e facilita a alfabetização, o que reflete diretamente em um melhor desempenho escolar no futuro. Na prática, o segredo para despertar esse interesse nas crianças e colher todos esses benefícios está na mediação de leitura.

“Quando realizamos a mediação de leitura, devemos compreender que nossa ação está isento das obrigações escolares, como cobrar o que a criança aprendeu e exigir que ela entenda tudo perfeitamente. É um momento de outros encontros com os livros, em especial neste período de férias, exigindo nossa presença, escuta e diálogos na relação com a leitura”, explica Beto Silva, coordenador da área de Educação da Vaga Lume, especialista em formação de leitores e promotores de leitura e educação socioemocional “Ao longo dos anos, vemos que a prática da mediação de leitura, se mostra eficaz por criar outras possibilidades de conexão com o livro, com a leitura e com as pessoas em diferentes situações e contextos”, diz Silva.

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A mediação de leitura é o ato de ler para alguém sem a necessidade de explicar ou fazer perguntas sobre o que foi lido. O mediador cria um ambiente de escuta, curiosidade e afeto, estabelecendo pontes entre o livro e a criança e gerando o hábito leitor. Um exemplo do impacto desse processo é que, somente em 2025, a organização registrou mais de 56 mil empréstimos de livros em suas bibliotecas comunitárias, demonstrando a força do mediador de leitura e do acervo literário, composto por histórias, estilos de narrativa, formatos e representatividades diversas.

“A mediação tem uma fórmula simples em sua prática: a presença de uma pessoa mediadora, pessoas ouvintes e os livros. Neste encontro se estabelece uma relação afetiva pelas histórias lidas e pelo momento vivido”, afirma Beto. “Quando aproximamos crianças e adolescentes dos livros e realizamos situações de mediação de leitura, contribuímos para sua formação leitora que além da promoção de seu repertório cultural e linguístico, fortalecemos a possibilidade de pensar sobre si próprio, sobre os outros e sobre tudo que nos cerca. A leitura, também, promove o desenvolvimento da empatia, competência fundamental para a formação socioemocional”, completa.

Confira algumas dicas da Vaga Lume para deixar a leitura ainda mais divertida:

  • Monte um cantinho especial: Um tapete no chão, almofadas, uma caixinha com livros ao alcance da criança. O ambiente confortável e acessível já é um convite, se o livro estiver numa prateleira alta, dificilmente alguém vai até ele;
  • Deixe a criança escolher: O interesse é um dos principais caminhos para o vínculo com a leitura. Releituras da mesma história são válidas. Cada um pode escolher o que tem mais afinidade. Livros com mais texto, mais imagens ou formatos diferentes. O importante é se divertir;
  • Crie momentos possíveis: O hábito se constrói com constância, não com quantidade. Pode ser antes de dormir, na hora do almoço ou em qualquer brecha do dia. Pequenos momentos regulares valem mais do que longas sessões esporádicas;
  • Transforme a leitura em brincadeira: Não precisa de vozes, personagens ou interpretação profissional. Leia com calma, acolha as perguntas e se deixe levar pela história junto com a criança. A leitura compartilhada é um espaço de encontro e pode acontecer em silêncio também;
  • Mostre as imagens: Principalmente com bebês e crianças menores, as ilustrações são uma ponte poderosa para o encantamento. O livro imagem, por exemplo, abre espaço para múltiplas interpretações e conversas sem precisar de uma única palavra escrita;
  • Seja exemplo: Crianças que veem adultos lendo entendem que o livro tem valor. Mostrar que você também gosta de viajar nas páginas é, em si, um ato de mediação.
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