POLÍTICA MT
Deputado Max articula implantação do Ganha Tempo no Pedra 90
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O deputado Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), reuniu-se com o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o vereador Dídimo Vovô (PSB) e o secretário de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra, para discutir a implantação de uma unidade do Ganha Tempo no bairro Pedra 90, em Cuiabá, na última sexta-feira (20).
A proposta prevê a instalação da estrutura na região sul da capital, com o objetivo de descentralizar os serviços públicos e ajudar a ampliar o atendimento à população. Segundo Max Russi, o encontro foi produtivo e os estudos técnicos já estão em andamento. “A reunião foi bastante positiva. Estamos trabalhando para garantir esse importante serviço à população. Em breve, teremos boas notícias”, afirmou.
De acordo com o vereador Dídimo Vovô, a iniciativa atende a uma demanda antiga da comunidade. A região concentra cerca de 100 mil moradores, que atualmente precisam percorrer aproximadamente 25 quilômetros até a unidade localizada no Centro da capital. “Com a instalação do Ganha Tempo no Pedra 90, mais de 97 bairros serão beneficiados”, destacou.
O vice-governador Otaviano Pivetta afirmou que está empenhado na viabilização do projeto e informou que a Secretaria de Planejamento e Gestão realizará os estudos necessários para avaliar a viabilidade técnica e definir a área adequada para a implantação da unidade.
O Ganha Tempo – é um programa de atendimento integrado que reúne serviços públicos federais, estaduais e municipais em um único local, com o objetivo de facilitar o acesso da população.
Fonte: ALMT – MT
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“Não podemos retroceder”, diz Coronel Fernanda ao rebater Cattani sobre feminicídio; VEJA VÍDEO
Uma divergência dentro do PL em Mato Grosso colocou a deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT) e o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) em lados opostos na discussão sobre o feminicídio. A parlamentar saiu em defesa da legislação que prevê o crime como categoria penal específica e cobrou maior compromisso das autoridades com a punição dos responsáveis.
A reação ocorreu após Cattani apoiar questionamentos feitos pela deputada federal eleita Eduarda Campopiano (PL-SP) sobre a classificação do feminicídio na legislação brasileira. Ao comentar o posicionamento do colega, Coronel Fernanda afirmou que a proteção às mulheres não pode sofrer retrocessos.
“Eu, como advogada, (…) defendo a Lei do Feminicídio. Nós devemos proteger as nossas mulheres, não podemos retroceder em nada”, declarou.
Para Coronel Fernanda, o debate não deve se limitar à existência da lei, mas também precisa envolver sua aplicação. A deputada criticou a demora na responsabilização de homens que cometem assassinatos de mulheres e cobrou providências para acelerar os processos judiciais.
“Apesar de a lei existir, ainda há poucas ações do governo federal para colocar essa lei em prática”, afirmou.
Ela também defendeu que as penas previstas sejam aplicadas de forma efetiva e que o sistema de Justiça dê respostas mais rápidas aos casos de feminicídio.
A discussão ganhou um contexto pessoal para Cattani, que citou o assassinato da própria filha, ocorrido em julho de 2024, em Nova Mutum, ao abordar o tema.
A deputada afirmou que pretende continuar atuando na Câmara Federal para barrar iniciativas que considere prejudiciais aos direitos das mulheres. Em tom enfático, declarou que não pretende recuar na defesa da legislação.
“Enquanto eu estiver na Câmara Federal, não permito, não vou deixar e vou lutar 24 horas para que nenhuma conquista de nenhuma mulher retroceda”, disse.
A parlamentar também revelou ter participado de uma reunião da bancada feminina do PL, em Brasília. O encontro abordou pautas relacionadas às mulheres e a organização de uma caravana de apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
Ao final, Coronel Fernanda reforçou a importância da participação feminina nos debates políticos e afirmou que as conquistas das mulheres precisam ser preservadas.
A troca de declarações evidencia uma divergência entre integrantes do PL sobre a legislação penal relacionada à violência contra as mulheres, tema que segue presente no debate político nacional.
VEJA VIDEO.
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