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TEMPORAL NO AUTÓDROMO

Tempestade de vento interrompem etapa da Stock Car em Cuiabá

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MATO GROSSO

Foto João Reis

Parte da cobertura da arquibancada do Autódromo Internacional do Estado de Mato Grosso foi arrancada pela força da chuva e dos ventos intensos que atingiram Cuiabá na noite desta quinta-feira (13). O incidente ocorreu durante a 10ª etapa da Stock Car, que, pela primeira vez, realizava uma corrida noturna no circuito.

Torcedores que acompanhavam o evento foram surpreendidos pelo temporal repentino. Três pessoas sofreram escoriações leves e receberam atendimento imediato pelas equipes médicas que estavam no autódromo. Não houve feridos graves.

Os pilotos haviam acabado de entrar na pista para o shakedown — o primeiro teste dos carros — quando a chuva forte e as rajadas de vento obrigaram a direção de prova a encerrar a atividade por questões de segurança. A força do vento acabou derrubando parte da cobertura metálica de uma das arquibancadas, atingindo veículos e gerando correria entre os presentes.

Em comunicado oficial, o Governo de Mato Grosso confirmou o incidente e reforçou que a situação está sob controle:

“O Governo do Mato Grosso informa que, devido à chuva e aos ventos fortes registrados na noite desta quinta-feira (13), parte da cobertura de uma das arquibancadas do Autódromo Internacional do Estado de Mato Grosso foi arrancada. Não houve feridos graves, e todas as pessoas envolvidas receberam atendimento imediato pelas equipes médicas presentes no local.

As atividades do evento, incluindo treinos classificatórios e corridas, serão retomadas normalmente nesta sexta-feira.”

Técnicos e equipes de vistoria continuam avaliando a estrutura do autódromo para assegurar a retomada segura da programação, prevista para esta sexta-feira (14).

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MATO GROSSO

Lei garante isenção da taxa de incêndio para APAEs e Associações Pestalozzi de MT

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As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e as Associações Pestalozzi, regularmente constituídas e declaradas de utilidade pública estadual em Mato Grosso, poderão ser isentas da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN), por meio da Lei nº 13.491/2026 . A medida contempla imóveis e atividades diretamente vinculados às finalidades institucionais, o que vai contribuir para reduzir custos de manutenção das entidades filantrópicas que atendem pessoas com deficiência e suas famílias.

O deputado estadual Wilson Santos (PSD), um dos autores da legislação, destaca que a iniciativa dá o apoio ao trabalho desenvolvido pelas instituições. Também, assinam a proposta os deputados estaduais Max Russi (Podemos), Dr. João (MDB) e Diego Guimarães (Republicanos). 

“Essa lei representa um apoio às APAEs e às Associações Pestalozzi que desempenham um trabalho fundamental às pessoas com deficiência. A isenção da taxa pode ajudar essas instituições a direcionar recursos para outras necessidades dos alunos e de suas famílias”, explica o parlamentar.

Para ter direito à isenção, as instituições deverão comprovar anualmente a manutenção de sua finalidade filantrópica e sem fins lucrativos, a regularidade fiscal e trabalhista, a permanência do título de utilidade pública estadual e a aplicação integral dos recursos na realização de seus objetivos institucionais. A proposta também estabelece que o benefício não dispensa o cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), nem a obtenção do respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

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Tanto que a diretora pedagógica da APAE de Rondonópolis, Jacira Ribeiro, realiza no momento com o CBMMT a renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), concedido pelo governo federal à instituição, cuja validade termina em dezembro de 2026 – com duração de cinco anos. Ela também avalia positivamente a medida e ressalta a importância das instituições de todo o estado terem conhecimento do benefício. 

Para ela, a isenção pode representar um alívio financeiro, especialmente para entidades que possuem estruturas amplas e precisam investir na adequação das instalações às exigências de segurança. Também, destacou que o valor da taxa varia conforme as características do imóvel, o que pode representar uma despesa significativa para as instituições filantrópicas.

A APAE de Rondonópolis, atualmente, é mantida por meio de convênios, recursos humanos a nível municipal e estadual e da busca constante por novas fontes de arrecadação de recursos. Também, a entidade recorre a emendas parlamentares, desenvolvem projetos e promovem eventos para levantar verbas e custear as despesas de funcionamento já que são atendidos 235 alunos.

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