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Prefeitura e IFMT fortalecem parceria para trazer Agronomia a Diamantino

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O prefeito de Diamantino, Chico Mendes, se reuniu com o reitor do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), Júlio Santos, nesta segunda-feira (05.05) para discutir a implantação do curso superior de Agronomia no campus da cidade. A reunião marcou mais um avanço concreto na ampliação da oferta de ensino superior no município, com foco em áreas estratégicas para o desenvolvimento regional.

De acordo com o reitor Júlio Santos, o estudo que define o funcionamento do curso já está em andamento. O próximo passo será buscar, em Brasília, junto ao Ministério da Educação, os recursos necessários para viabilizar a construção da estrutura física dos laboratórios que abrigarão a nova graduação.

Segundo o cronograma que está sendo elaborado, o curso de Agronomia está previsto para começar em Diamantino a partir de fevereiro de 2026.

A Prefeitura também articula parcerias com áreas produtivas do município, que poderão ser utilizadas como espaços de aprendizado prático. Nessas áreas, os estudantes poderão realizar estudos de solo, atividades de campo e experiências que complementam a formação em sala de aula.

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“Queremos que os estudantes tenham acesso à teoria e à prática, com ensino de qualidade, aqui mesmo em Diamantino. Esse curso vai ajudar a formar profissionais preparados para fortalecer ainda mais a agricultura da nossa região”, destacou o prefeito Chico Mendes.

Também estiveram presentes na reunião o secretário municipal de Agricultura, Milton Criveletto; o Diretor-geral, Givaldo Neto; o presidente da Câmara Municipal, Ranielli Lima; o líder do governo na Câmara, vereador Alex Rupolo; e os vereadores Augusto Casseta, Gonçalina Souza e Eraldes Catarino.

Fonte: Prefeitura de Diamantino MT

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Em defesa da população, prefeito Chico Mendes cobra respostas da Águas de Diamantino durante audiência pública

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Em audiência pública realizada nesta quarta-feira (14.10), no Mini Centro Olímpico Darcy Capistrano, em Diamantino, foram discutidos os problemas no abastecimento de água e a prestação dos serviços de esgotamento sanitário no município. O encontro reuniu representantes do poder público, da concessionária Águas de Diamantino, da Agência Intermunicipal de Regulação e Fiscalização (AGIRF) e moradores para apresentar demandas, cobrar esclarecimentos e discutir medidas para melhorar os serviços.

Durante a audiência, o prefeito Chico Mendes apresentou o posicionamento da administração municipal em defesa da população diante das reclamações sobre a falta de água e cobrou respostas da concessionária sobre as interrupções no fornecimento. Entre os principais pontos discutidos estiveram as causas dos problemas, os investimentos realizados e as medidas necessárias para garantir a regularidade do abastecimento.

“A falta de água em Diamantino é inadmissível. A população tem razão de cobrar e nós também estamos cobrando. Durante nossa gestão, buscamos compreender as obrigações previstas no contrato, cobramos a concessionária e acionamos a AGIRF para acompanhar a situação. Agora, queremos respostas concretas, com medidas que realmente resolvam os problemas.”

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O contrato de concessão nº 217/2014, firmado entre o Município e a Águas de Diamantino, estabelece as responsabilidades da empresa pela operação, manutenção e execução dos investimentos nos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário. A Prefeitura, como poder concedente, tem a atribuição de acompanhar a execução contratual, enquanto a Agência Intermunicipal de Regulação e Fiscalização (AGIRF) é responsável pela regulação e fiscalização dos serviços.

Os indicadores de desempenho da concessionária também integraram a pauta. Um diagnóstico técnico de setembro de 2026 apontou um índice de perdas de água de 68%, dado que serviu de referência para a discussão sobre o cumprimento das metas previstas no contrato. 

Outro assunto abordado foi a proposta de atualização do contrato de concessão, firmado em 2014. A administração municipal trabalha na revisão de metas e indicadores de desempenho, além da previsão de planos e protocolos para situações emergenciais e da adequação das metas de cobertura do esgotamento sanitário às exigências do Marco Legal do Saneamento Básico.

 

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