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Hospital Regional de Rondonópolis recebe novos ventiladores pulmonares para UTI

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O Hospital Regional de Rondonópolis, administrado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), recebeu, nesta quinta-feira (24.4), dez novos ventiladores pulmonares e um ventilador de transporte para serem utilizados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O investimento feito pela SES nos 11 aparelhos foi de R$ 863,3 mil. “A chegada dos novos ventiladores é resultado do trabalho de uma gestão que planeja ações para promover uma saúde com mais eficiência aos pacientes nos hospitais estaduais”, afirmou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Segundo a diretora do hospital, Milena Polizel, os aparelhos vão substituir equipamentos antigos do hospital. “Nós estamos investindo na modernização do parque tecnológico do Hospital Regional de Rondonópolis. Esses novos aparelhos trazem uma tecnologia avançada e são de fácil manuseio”, explicou.

“Outros seis ventiladores devem chegar em até 90 dias, por uma emenda parlamentar que já foi aprovada pelo Fundo Nacional de Saúde, para a reposição dos ventiladores das UTIs e do box de emergência”, acrescentou a diretora.

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Os ventiladores são fundamentais para pacientes que têm dificuldade ou impossibilidade de respirar sozinhos, principalmente acometidos com doenças neurológicas.

Com a chegada dos novos equipamentos, a unidade passa a contar com 56 ventiladores pulmonares e quatro ventiladores de transporte. O Hospital Regional de Rondonópolis dispõe de 30 leitos de UTI, 78 leitos de enfermaria, 12 leitos de observação e oito de box de emergência.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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