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Dourado empata com Avaí na Arena Pantanal 

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Em uma partida emocionante e cheia de reviravoltas, Cuiabá e Avaí empataram em 2 a 2 na noite de ontem, na Arena Pantanal, em jogo válido pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B 2025. O Dourado, jogando em casa, buscou o empate duas vezes, mostrando a força e a resiliência de sua equipe.

Primeiro tempo de domínio auriverde

O Cuiabá começou a partida a todo vapor, abrindo o placar logo aos seis minutos com Mateusinho, que aproveitou um belo lançamento para vencer o goleiro César Augusto. O Dourado continuou pressionando, com destaque para Zé Ricardo, que arriscou um chute de longa distância aos 17 minutos, levando perigo ao gol adversário.

O Avaí tentou responder, mas esbarrou na forte marcação do Cuiabá e em uma defesa atenta. No final do primeiro tempo, Pedrinho quase ampliou a vantagem para o Dourado, em um contra-ataque veloz, mas César Augusto fez uma grande defesa, evitando o segundo gol.

Segundo tempo eletrizante

Na segunda etapa, o Avaí voltou com mais ímpeto, criando boas oportunidades e buscando o empate. Aos 20 minutos, Alef Manga aproveitou uma bela jogada de Marquinhos Gabriel para igualar o marcador.

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O Cuiabá não se abateu e, quatro minutos depois, voltou a ficar à frente no placar com um gol de Derik Lacerda, em cobrança de pênalti. No entanto, a alegria do Dourado durou pouco. Aos 36 minutos, Barreto empatou novamente para o Avaí, após uma jogada de persistência de Vagner Love.

Destaque 

Mateusinho: Autor do primeiro gol do Cuiabá, o atacante mostrou oportunismo e faro de gol.
Derik Lacerda: O atacante cobrou o pênalti com categoria, colocando o Dourado novamente em vantagem.

Histórico do confronto

Com o empate de ontem, Avaí e Cuiabá-MT se enfrentaram cinco vezes na história, com quatro vitórias do Cuiabá-MT e um empate. O Avaí marcou quatro gols e sofreu nove.

FICHA TÉCNICA

Cuiabá 2 x 2 Avaí

Local: Arena Pantanal – Cuiabá-MT
Competição: Brasileiro Série B 2025 (2ª rodada)
Data: 10/04/2025 – Hora: 21h30
Árbitro: Jonathan Benkenstein Pinheiro RS
Árbitro Assistente 1: Jorge Eduardo Bernardi RS
Árbitro Assistente 2: Maurício Coelho Silva Penna RS
Quarto árbitro: Rodrigo da Fonseca Silva MT
Quality manager: Larissa Ramos Monteiro RJ
VAR: Paulo Renato Moreira da Silva Coelho RJ
AVAR: Lilian da Silva Fernandes Bruno RJ
Observador de VAR: Pericles Bassols Pegado Cortez RJ

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CUIABÁ: Mateus Pasinato; Mateusinho (Léo Ataíde), Bruno Alves, Alan Empereur e Sander; Denilson (Ruan Oliveira), Lucas Mineiro e Max (Calebe); Lucas Cardoso (André Luis), Derik Lacerda e Pedrinho (Natan). TÉCNICO: Guto Ferreira

AVAÍ: César Augusto; Marcos Vinícius, Jonathan Costa, Eduardo Brock e Mário Sérgio (Quaresma); Judson (Barreto), Zé Ricardo (Alef Manga), João Vitor e Marquinhos Gabriel; Hygor (Gaspar) e Cléber (Vagner Love). TÉCNICO: Jair Ventura

Fonte: Esportes

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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