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Ciclistas do programa de bolsas do Governo de MT vencem competições internacionais

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Os ciclistas mato-grossenses Pedro de Souza Bauer e Nathan Jaymes de Rocha se consagraram campeão e vice-campeão, respectivamente, em competições internacionais de BMX Racing, realizadas no último fim de semana, na cidade de Chillán, no Chile.

Bolsistas do programa Olimpus MT, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), os jovens atletas conquistaram o primeiro e segundo lugares no Campeonato Pan-Americano e na Copa Latino-Americana Round 2.

“Foram dias intensos de preparação, foco e superação. Cada pedalada, cada curva, cada salto: tudo valeu a pena. Subir no topo do pódio representando meu país e minha equipe é uma sensação indescritível!”, apontou Pedro Bauer.

O ciclista, de 16 anos, foi campeão na categoria Varones. Já Nathan Rocha foi vice-campeão na categoria Cruseros Varones, com atletas de 17 a 24 anos. As duas competições reúnem os melhores pilotos de cada país participante, que incluem, além do Brasil, Argentina, Colômbia, Chile e entre outros.

Atletas da escolinha municipal de Ciclismo BMX Racing (Bicicross), de Lucas do Rio Verde (a 330 km de Cuiabá), Pedro e Nathan são atendidos pelo Bolsa Atleta do Governo de Mato Grosso na categoria Internacional.

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Para o técnico dos atletas, Leonardo Bauer, as bolsas do programa Olimpus MT são fundamentais para as conquistas e alcance dos objetivos.

“Tanto no desempenho físico de treinamentos, quanto na participação em competições, essas bolsas são muito importantes para os atletas. São valores que garantem que eles participem de competições fora do Estado. E também para que estejam preparados para chegar nessas competições e representar Lucas do Rio Verde, Mato Grosso e o Brasil”, destaca o técnico.

Representando também Mato Grosso, a atleta Manuelly Gaboardi Rios alcançou a sexta colocação no Pan-Americano e a quinta na Copa Latino Americana. Nas duas competições, Manuelly competiu na categoria Damas 11 anos.

Fonte: Governo MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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