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Polícias Militar e Civil prendem sete faccionados após roubo em joalheria de Nova Mutum

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Ação conjunta das equipes Polícia Militar, por meio do 26º Batalhão, Força Tática e Cavalaria, e Polícia Judiciária Civil resultou na prisão de sete faccionados, sendo seis homens e uma mulher, na noite desta sexta-feira (14.3), em Nova Mutum. A quadrilha foi presa horas após realizar o roubo a uma joalheria da cidade, a mando da facção.

De acordo com o boletim de ocorrência, a PM foi acionada, no fim da manhã, para verificar uma situação de roubo em um estabelecimento comercial. No local, o proprietário de uma joalheria relatou ter sido rendido por criminosos armados, que anunciaram o roubo e levaram diversas joias e semijoias do local.

Ainda para os militares, a vítima afirmou que os suspeitos fugiram do local em uma motocicleta. Imediatamente, as equipes militares identificaram os suspeitos, por meio de câmeras de vigilância interna, e localizaram a motocicleta usada pelos criminosos.

Já na parte da tarde, os policiais foram até o endereço informado e localizaram um homem e uma mulher, que tentaram fugir ao verem a aproximação das viaturas da PM. Os suspeitos foram detidos dentro da casa e informaram um segundo endereço onde estava o restante da quadrilha.

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Diante da situação, as equipes da Polícia Militar e Polícia Civil se deslocaram até a segunda residência e flagraram mais cinco homens, que tentaram fugir e resistiram à abordagem.

Um dos homens detidos se apresentou como dono da casa e informou ter abrigado dois dos criminosos, durante a madrugada, e que eles saíram pela manhã, retornando na parte da tarde. Nas buscas pela residência, as forças policiais localizaram pares de botas, celulares e equipamentos utilizados no crime, além de um expositor de joias.

Para os policiais, os suspeitos afirmaram terem cometido o crime a mando de uma facção criminosa e que todo material levado no crime e a arma de fogo utilizada, haviam sido levados para Cuiabá, por outros suspeitos não identificados.

Os sete faccionados receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.

As forças policiais seguem em diligências para recuperação dos produtos levados no roubo e detenção de demais envolvidos no crime.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

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Fonte: Governo MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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