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Mulher é presa pela Polícia Militar com porções de cocaína e comprimidos de ecstasy

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Uma mulher, de 33 anos, foi presa pela Polícia Militar por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quarta-feira (12.3), em Rondonópolis. Com a suspeita, a PM apreendeu porções de cocaína e comprimidos de substância análoga ao ecstasy.

A suspeita foi localizada durante patrulhamento da equipe do 5º Batalhão, na região do Parque Industrial Vetorasso. Os militares estavam na viatura e flagraram a mulher, atrás de uma barraca, tentando danificar seu aparelho celular.

Diante da suspeita, a mulher foi abordada pela PM. Com ela, os policiais localizaram 29 porções de cocaína e três comprimidos de ecstasy, além da quantia de R$ 1.260,00 em dinheiro. Questionada pela PM, a mulher confessou que havia trazido os entorpecentes do Estado de São Paulo e que em sua residência teria mais drogas guardadas.

A equipe do 5º BPM foi até o imóvel da mulher e apreendeu mais oito porções de cocaína, 13 comprimidos de ecstasy e uma porção de maconha. Ainda na casa, a PM localizou uma balança de precisão e materiais utilizados para o tráfico de drogas.

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A mulher recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzida para a delegacia de Rondonópolis para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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