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Polícia Civil prende motorista por receptação de carga adulterada em Rondonópolis

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis (220 km de Cuiabá), prendeu, nesta quinta-feira (27.2), um homem, de 44 anos, suspeito de receptação de carga adulterada.

As investigações tiveram início quando o representante de uma empresa procurou a Polícia Civil informando que contratou uma transportadora para realizar a entrega de um carregamento de fertilizante sulfato de amônio de Paranaguá (PR) até uma fazenda em Chapada dos Guimarães (70 km de Cuiabá).

No entanto, após a entrega, ele identificou que havia indícios de adulteração no produto e procurou a Derf de Rondonópolis. Ele também contratou uma empresa especializada, que emitiu um laudo apontando indícios de adulteração da carga original.

Diante da denúncia, investigadores da Polícia Civil saíram em busca do motorista da carga adulterada e o encontraram em um posto de combustível no Bairro Parque Industriário Vetorasso, em Rondonópolis.

O suspeito foi detido e encaminhado para a sede da Derf, onde foi autuado em flagrante por receptação. O veículo e a carga foram apreendidos. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos no esquema.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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