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Operação Mobile autua 7 pessoas e recupera mais 15 celulares furtados e roubados

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A Polícia Civil concluiu nesta sexta-feira (31.1), em Cuiabá, a segunda fase da Operação Mobile, de investigação, recuperação e devolução de celulares furtados e roubados durante o ano passado. A operação, conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos da capital, resultou em mais 15 aparelhos recuperados e sete pessoas detidas em flagrante por furto.

Durante a semana, equipes da unidade especializada cumpriram 55 ordens de buscas contra pessoas que foram intimadas na primeira fase da operação, iniciada em novembro de 2024, a prestar informações sobre os celulares. Contudo, essas pessoas não compareceram à Polícia Civil e foram, nesta seguda fase, conduzidas à Derf para prestar esclarecimentos.

A operação resultou em sete registros de flagrantes pelo furto de aparelhos celulares, duas pessoas autuadas em Termo Circunstanciado de Ocorrência e 15 aparelhos recuperados.

A Operação Mobile tem o objetivo de recuperar os celulares subtraídos e identificar os autores dos crimes, bem como possíveis receptadores, desestimulando o comércio ilegal de aparelhos

O delegado Daniel Machado destaca que a operação funciona como uma medida pedagógica para demonstrar à população a importância de adquirir um celular com procedência.

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“Quem adquire um aparelho precisa saber de quem está comprando e o objetivo da Polícia Civil é também mudar essa cultura de obter vantagem sem saber a origem do produto, pois, além do prejuízo quando se constata que é um produto de origem criminosa, quem compra também responde criminalmente”, observa o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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