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Flamengo vence Sampaio Corrêa com reservas e entra no G-4 do Carioca

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Com um time reserva, o Flamengo venceu o Sampaio Corrêa, nesta quinta-feia (30.01), por 2 a 0 no Maracanã, em partida válida pela sexta rodada do Campeonato Carioca. Os gols foram marcados por Wallace Yan e Alcaraz na reta final da partida. Com o resultado, o Rubro-Negro chegou aos dez pontos e assumiu a quarta colocação na tabela.

Visando a Supercopa do Brasil contra o Botafogo no domingo, o técnico Filipe Luís optou por poupar os titulares. A partida marcou o retorno de Everton Cebolinha, recuperado de lesão, e a estreia de Juninho como titular.

Dificuldades na primeira etapa

Apesar da superioridade, o Flamengo encontrou dificuldades para furar o bloqueio do Sampaio Corrêa, com destaque para a atuação do goleiro Zé Carlos. O Rubro-Negro criou boas chances com Alcaraz, Juninho, Varela e João Victor, mas parou nas defesas do goleiro adversário.

Segundo tempo e vitória rubro-negra

No intervalo, Filipe Luís promoveu a entrada de Arrascaeta no lugar de Cebolinha. O Sampaio Corrêa assustou no início da segunda etapa, mas o Flamengo logo retomou o controle da partida. Aos 22 minutos, após uma boa jogada de Alcaraz, Zé Carlos fez outra grande defesa.

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As substituições feitas por Filipe Luís foram decisivas para a vitória rubro-negra. Wallace Yan, que entrou no lugar de Juninho, abriu o placar aos 32 minutos, aproveitando uma cobrança de escanteio. Já nos acréscimos, Alcaraz fechou o placar após cruzamento de Luiz Araújo, que também havia entrado no segundo tempo.

Próximos compromissos

O Flamengo agora se concentra na Supercopa do Brasil contra o Botafogo, neste domingo, às 16h, no Mangueirão, em Belém. Pelo Carioca, o próximo jogo será contra a Portuguesa, na quarta-feira, às 19h, em Uberlândia. Já o Sampaio Corrêa, que permanece com seis pontos na 11ª colocação, enfrenta o Bangu no domingo, às 16h.

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO 2X0 SAMPAIO CORRÊA

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data: 30/01/2025
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Júlio César de Oliveira
Cartão amarelo: Cleiton e Alcaraz (Flamengo) e Lucas Carvalho, Alan e Rodrigo Dantas (Sampaio Corrêa)
Gols: Wallace Yan, aos 30′ do 2ºT, e Alcaraz, aos 42′ do 2ºT (Flamengo)

FLAMENGO: Matheus Cunha; Varela (Daniel Sales), João Victor, Cleiton e Ayrton Lucas; Evertton Araújo, Allan e Alcaraz (Guilherme); Matheus Gonçalves (Luiz Araújo), Everton Cebolinha (Arrascaeta) e Juninho (Wallace Yan). Técnico: Filipe Luís.

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SAMPAIO CORRÊA: Zé Carlos; Lucas Carvalho, Lucas Marreta (Daniel Vançan), Eduardo Thuram e Guilherme; Pablo, Gabriel Agu (Alan) e Rafael Pernão (Luan); Max, Octávio (Rodrigo Dantas) e Elias (Iacovelli). Técnico: Alfredo Sampaio.

Fonte: Esportes

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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