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Polícia Militar apreende adolescente com 71 porções de drogas em Tangará da Serra

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Policiais militares da Força Tática do 7º Comando Regional apreenderam, nesta sexta-feira (24.1), 71 porções de entorpecentes e um adolescente, de 16 anos, suspeito por tráfico ilícito de drogas, em Tangará da Serra.

De acordo com boletim de ocorrência, durante patrulhamento em decorrência da Operação Tolerância Zero, os policiais militares receberam informações de um grande carregamento de drogas, em uma residência do bairro Figueira.

O local seria um ponto de compra e venda de entorpecentes de supostos usuários de drogas. Os suspeitos realizavam a prática ilegal em terreno baldio.

Após a denúncia, as equipes intensificaram o policiamento na região e identificaram o menor, sendo abordado em seguida. Com ele, as equipes apreenderam algumas porções de pasta base e de maconha.

Questionado sobre a origem do ilícito, o menor relevou que era responsável pelas vendas e que, na sua residência, haveria outras porções. Em buscas pelo local, as equipes flagraram, ao todo, 71 porções de maconha, pasta base de cocaína e cocaína.

O menor e o material apreendido foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Professor da UFMT é condenado por perseguição contra ex-companheira em Cuiabá

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O professor de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Saulo Tarso Rodrigues, foi condenado pela 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá pelo crime de perseguição contra a ex-companheira. A decisão fixou pena de 10 meses e 15 dias de prisão, em regime inicial aberto, além do pagamento de R$ 3 mil por danos morais.

De acordo com a sentença, o caso envolve episódios registrados em 2022, quando o professor teria enviado diversos e-mails à vítima, insistindo em retomar o contato mesmo após ela limitar a comunicação a assuntos relacionados aos filhos. Para a Justiça, as mensagens apresentavam caráter insistente e intimidatório.

A defesa questionou a validade dos e-mails e pediu a anulação de uma audiência, mas os argumentos foram rejeitados pelo magistrado, que considerou as provas suficientes para a condenação.

A pena foi suspensa por dois anos, mediante o cumprimento de condições impostas pela Justiça. O professor poderá recorrer da decisão em liberdade.

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