CUIABÁ

MATO GROSSO

MT Hemocentro realiza coleta de sangue neste sábado (25) para reforçar estoque

Publicados

MATO GROSSO

O MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, realizará coletas neste sábado (25.1), das 7h30 às 12h. A iniciativa busca reforçar o estoque da unidade, que se encontra em estado de alerta, e atender voluntários que por algum motivo não conseguem comparecer à unidade em dias úteis.

A diretora do MT Hemocentro, Gian Carla Zanela, destacou que o período de começo de ano é crítico, pois muitos doadores deixam de doar em decorrência do período de férias.

“Estamos precisando de doações de sangue, pois vários tipos sanguíneos já se encontram em estado de alerta, como: O+, B-, O-, A- e AB-. Todas as doações são de extrema importância para mantermos o estoque, mas esses tipos são os que se encontram em estado de alerta no momento. Contamos com a solidariedade de todos, seja durante a semana ou neste sábado”, ressaltou.

A baixa no estoque pode afetar hospitais e pessoas que precisam de bolsas de sangue. Desta forma, existe a necessidade de manter a estabilidade dos estoques de sangue, uma vez que o sangue humano não pode ser fabricado. O MT Hemocentro depende exclusivamente de doações.

Leia Também:  Promotor de Justiça profere palestra a PMs de Cotriguaçu e Juruena

Para doar sangue, os interessados devem comparecer em uma das unidades de coleta portando um documento oficial com foto; é preciso ter entre 16 e 69 anos e 11 meses e 29 dias. Menores com idade entre 16 e 17 anos devem levar um documento de autorização assinado pelo pai, mãe ou responsável legal.

Além disso, todos os doadores precisam pesar 50 kg ou mais e estar bem alimentado e hidratados para realizar a doação.

“Não é recomendado que a pessoa faça a doação em jejum. Orientamos que o doador realize uma alimentação equilibrada e leve antes da doação”, acrescentou Gian.

Serviço

Para evitar filas, é possível agendar a doação de sangue na sede do MT Hemocentro. Basta acessar o Sistema de Agendamento. O voluntário também pode agendar as doações pelo telefone (65) 9 8433-0624 (WhatApp, somente mensagem), ou pelo número (65) 3623-0044, ramais 2024, 2025 e 2026.

O banco de sangue fornece o atestado de comparecimento ao doador. Para quem compareceu e, por algum motivo, não pôde doar, a unidade fornece um comprovante de comparecimento para justificar a falta no trabalho.

Leia Também:  Gefron recupera duas caminhonetes roubadas que seriam levadas para a Bolívia

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

Publicados

em

O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

Leia Também:  Gefron recupera duas caminhonetes roubadas que seriam levadas para a Bolívia

Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

Leia Também:  MTPrev obtém nota máximo em índice do Ministério da Previdência

Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA