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Hospital Regional de Sorriso implanta sala de vacina para atender recém-nascidos

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O Hospital Regional de Sorriso, que é gerido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), implantou uma sala de vacina para a administração dos primeiros imunizantes aos recém-nascidos na maternidade. Em parceria com o município e com o Escritório Regional de Saúde de Sorriso, o espaço disponibiliza as doses contra a tuberculose (BCG) e Hepatite B, que são administradas logo após o nascimento. A principal finalidade é proteger o bebê de doenças infecciosas desde os primeiros dias de vida.

“Todas as vacinas são importantes, mas as primeiras vacinas na vida de um recém-nascido são essenciais para que ele possa produzir anticorpos que vão protegê-lo contra as doenças imunopreveníveis. A sala de vacina assegura isso e é a demonstração do respeito que o Governo de Mato Grosso tem com a saúde dos mato-grossenses”, disse o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

As vacinas são aplicadas pela equipe do Hospital Regional de Sorriso todos os dias no período da manhã e são voltadas exclusivamente para os pacientes que nascem no hospital.

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A diretora geral da unidade, Ione Carvalho, enfatiza a importância e a praticidade que a sala trouxe para as famílias, gerando mais comodidade e segurança para a imunização dos recém-nascidos.

“O Hospital Regional de Sorriso vem buscando melhorar cada dia mais a qualidade dos serviços prestados aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A implantação de uma sala de vacina facilita para que as famílias não percam essa etapa importante da vida dos pequenos, porque elas já saem do hospital com as primeiras doses aplicadas”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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