CUIABÁ

MATO GROSSO

Polícia Penal apreende mais 29 celulares e drogas em unidades prisionais de Cuiabá e Várzea Grande

Publicados

MATO GROSSO

Mais 29 celulares, entorpecentes e diversos eletrônicos foram apreendidos pela Polícia Penal durante ações da Operação Tolerância Zero contra o Crime Organizado realizada nas unidades prisionais de Cuiabá e Várzea Grande em 24 horas.

Somente na Penitenciária Central (PCE), os policiais penais localizaram 21 aparelhos e 13 porções de entorpecente durante duas varreduras realizadas entre esta segunda e terça-feira (16 e 17.12) nos Raios 02 e 06.

No Centro de Ressocialização Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, uma nova vistoria realizada nesta segunda-feira (16.12) terminou com a apreensão de cinco smartphones, cinco carregadores completos, três fones de ouvido, além de 10 porções de maconha e 10 de cocaína.

Novas buscas realizadas na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May resultaram na localização de dois aparelhos celulares.

O secretário adjunto de Administração Penitenciária, delegado Victor Hugo Bruzulatto, reforçou o comprometimento no combate ao crime organizado com a Operação Tolerância Zero, que está sendo realizada diariamente nas unidades prisionais.

“Nossos policiais penais estão comprometidos em impedir a comunicação de membros do crime organizado com o meio externo. Desta forma, vamos desarticular e desmobilizar financeiramente as organizações criminosas para reduzir os índices de crimes praticados contra as pessoas de bem”, reforçou.

Leia Também:  MT Escola de Teatro está com inscrições abertas para vestibular

As ações da Operação Tolerância Zero nas unidades prisionais estão dividas em três frentes: uma equipe de policiais penais organizada em operações para adentrar os Raios, revirar as celas das unidades e retirar celulares e drogas levados para dentro; outra equipe atua no controle de visitas e na entrada e saída de prestadores de serviços e trabalhadores; do lado de fora, um terceiro grupo monitora as partes externas e pátios para impedir que os celulares sejam lançados pelos muros.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

Publicados

em

O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

Leia Também:  Secel doa livros a 22 bibliotecas públicas de Mato Grosso

Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

Leia Também:  Plenário do TCE-MT destaca impacto do Encontro Mato-grossense de Municípios na gestão pública

Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA