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Polícia Civil prende em VG criminoso procurado por sequestro e tortura em Nova Mutum

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Policiais civis da Delegacia Especializada de Nova Mutum prenderam, nesta sexta-feira (06.12), um criminoso de alta periculosidade que agia no município do médio norte, principalmente com sequestros e torturas ligadas a uma facção.

S.G., de 19 anos, foi localizado em uma residência no bairro Vitória Régia, em Várzea Grande, após diligências da equipe de Nova Mutum que identificaram o imóvel onde estava escondido o criminoso.

No imóvel, os policiais civis apreenderam porções de entorpecentes, anotações sobre o controle do tráfico e apetrechos para pesagem de drogas. Pelo material encontrado, o criminoso será autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

O jovem estava com a prisão decretada pelos crimes de sequestro, tortura e associação criminosa. Ele atuava como gerente de uma facção criminosa na região de Nova Mutum.

Sequestro e tortura

De acordo com a investigação da Derf de Nova Mutum, em fevereiro deste ano, um homem foi sequestrado e levado até uma área do município, onde foi torturado. Ele foi acusado de, supostamente, cometer crime sexual contra um familiar.

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Durante o sequestro, o grupo se comunicava por telefone com o criminoso preso nesta quarta-feira. A vítima foi subjugada e obrigada a confessar o crime sexual sob a mira de uma arma de fogo.

Após a prisão por tráfico de um dos envolvidos no sequestro, a Polícia Civil descobriu os crimes. A vítima foi ouvida e confirmou como ocorreu o sequestro e reconheceu parte dos criminosos envolvidos.

S.G. tem registros policiais em Nova Mutum desde a adolescência, envolvido com crimes graves como homicídios, torturas e ainda gerenciava o tráfico de drogas à distância.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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