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Operação da Polícia Civil contra o crime organizado prende cinco pessoas em Colniza

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A Delegacia de Colniza realizou, nesta quinta-feira (05.12), uma ação para reprimir ações do crime organizado no município. Quatro suspeitos foram presos em flagrante por integrar organização criminosa, tráfico de drogas, posse irregular de arma de fogo e corrupção de menores. Um foragido pelo crime de homicídio também foi preso.

A ação faz parte da operação estadual Tolerância Zero ao Crime Organizado, lançado pelo Governo de Mato Grosso no dia 25 de novembro, e foi conduzida pela Delegacia de Colniza, com apoio do Núcleo de Inteligência da Regional de Juína. Onze pessoas foram conduzidas para esclarecimentos.

De acordo com o delegado Lucas Pereira, a ação policial teve por objetivo desarticular atividades criminosas ligadas a uma facção, que pratica delitos como tráfico de drogas, posse irregular de arma de fogo, corrupção de menores e homicídio.

Os presos também são investigados pelo homicídio de Weverson Lima Januário, morto supostamente porque pertenceria a um grupo rival.

As investigações apontaram que os suspeitos eram responsáveis por pontos de vendas de drogas, armazenagem de armas e a execução de crimes violentos, incluindo homicídios cometidos a mando do grupo criminoso.

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Além das prisões, a operação resultou na apreensão de armas de fogo, munições, drogas e outros materiais utilizados no tráfico.

“A operação reflete o compromisso do Governo de Mato Grosso com o enfrentamento ao crime organizado e com a garantia da segurança da população”, destacou o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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