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Polícia Civil prende em Sinop alvo de operação do Pará contra organização criminosa

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A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Sinop cumpriu, nesta quarta-feira (04.12), a prisão de um criminoso alvo da Operação Saldo Devedor, da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Pará.

A investigação da Ficco do Pará identificou 52 tesoureiros de uma organização criminosa, que são alvos da operação deflagrada nesta quarta-feira, com cumprimento de mandados de busca e apreensão e prisão preventiva em cidades de Mato Grosso, Pará, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Amapá.

Em Sinop, a equipe da Derf cumpriu a prisão de J.C.S., de 24 anos. Ele foi localizado no bairro Vila Verde. Ele era procurado por furto qualificado e por integrar organização criminosa. A investigação apontou que ele era especializado na subtração de armas de fogo e munições no Estado do Pará.

Ao ser detido em Sinop, o criminoso apresentou identidade falsa. Ele mostrou aos policiais um documento de identificação em que constava sua foto, mas com um nome diferente. Em buscas na residência, a equipe da Derf localizou outra identidade falsa, além de munições de calibres 9mm, 12 e 38; uma pistola de 9mm adaptada, carregadores, lanterna, entorpecentes, uma máscara bala clava, roupas camufladas e colete.

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Além do mandado de prisão, o criminoso foi autuado em flagrante pelos crimes de uso de documento falso, posse ilegal de arma de fogo de uso restrito e tráfico de drogas.

Fonte: Governo MT – MT

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Max Russi analisa ‘tarifaço’ americano contra lei estadual e garante que obrigação é defender MT

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Em entrevista à imprensa nesta quarta-feira (3), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), comentou as recentes pressões internacionais envolvendo uma legislação de Mato Grosso. A lei estadual aprovada pela ALMT, que impede a concessão de incentivos fiscais ou terrenos públicos para empresas que aderirem à Moratória da Soja, foi citada em uma investigação da “Seção 301” nos Estados Unidos, que sugeriu um novo ‘tarifaço’ de 25% sobre produtos brasileiros importados pelos americanos.

Longe de se mostrar intimidado com a reação estrangeira, o parlamentar celebrou o alcance e o impacto da medida adotada pelo Poder Legislativo mato-grossense.

“Essa discussão com os Estados Unidos, eu confesso que fiquei feliz por ter uma lei da Assembleia em referência mundial. Uma lei nossa aqui, aprovada por esse Parlamento, que deu fim à moratória da soja, incomodando o presidente dos Estados Unidos. Eles dizem que a gente não quer preservar, que tem que taxar. Mas a Assembleia Legislativa vai defender sempre Mato Grosso e o seu povo. Essa é a nossa obrigação”, afirmou Max Russi.

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Moratória– A Moratória da Soja vinha sendo criticada por lideranças políticas e do setor produtivo por travar a produção no estado, se sobrepondo às leis nacionais mesmo quando os agricultores cumpriam rigorosamente o Código Florestal brasileiro. A tese defendida pela Assembleia ganhou força jurídica e resultou em uma vitória no Supremo Tribunal Federal (STF).

Max Russi pontuou que os governantes estrangeiros estão cumprindo o papel de proteger seus próprios mercados, mas reforçou que Mato Grosso não aceitará intervenções externas que prejudiquem sua economia.

“O presidente dos Estados Unidos está certo em defender o país e os negócios dele. Mas nós precisamos defender Mato Grosso contra os EUA, contra a União Europeia ou contra qualquer país do mundo que queira intervir na nossa economia e prejudicar o agro, a indústria ou o comércio. Essa moratória inibia a nossa produção”, avaliou o deputado.

Por fim, Russi adiantou que o corpo jurídico do Parlamento já se prepara para novos embates em defesa dos interesses do estado na esfera federal. “Agora estamos entrando nessa outra pauta contra o Pará. É uma disputa difícil, assim como foi a da moratória, mas nós acreditamos na nossa Procuradoria, acreditamos no nosso direito e vamos fazer essa defesa com muita tranquilidade em Brasília”, concluiu.

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