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Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso concorre ao Prêmio Corregedoria Ética

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A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso concorre ao Prêmio Corregedoria Ética (Eficiência, Transparência, Inovação, Celeridade e Aprimoramento), na categoria Boas Práticas. O prêmio reconhece iniciativas que promovem o aprimoramento e a modernização das atividades judiciais e extrajudiciais em todo o país.
 
Os premiados serão anunciados durante o 18º Encontro Nacional do Poder Judiciário (ENPJ), promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), nos dias 2 e 3 de dezembro de 2024, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O Corregedor-Geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Juvenal Pereira da Silva acompanhará a cerimônia, marcada para ser realizada no segundo dia do evento (terça-feira,3), a partir das 14h, durante a Reunião Setorial.
 
18º ENPJ – A premiação integra a programação do 18º ENPJ promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que reúne presidentes e corregedores de tribunais, membros da Rede de Governança Colaborativa do Poder Judiciário, além de servidores das áreas de gestão estratégica e estatística. Entre os objetivos, estão a avaliação da Estratégia Nacional do Poder Judiciário, a aprovação das Metas Nacionais e Específicas para 2025 e a divulgação dos tribunais contemplados com o Prêmio CNJ de Qualidade 2024.
 
Neste ano, o evento abordará temas relacionados à tecnologia, comunicação e sustentabilidade. Antes do início oficial do ENPJ, será realizado o evento “Arquipélago da Inovação”, na tarde do dia 2 de dezembro, no Bioparque Pantanal, também em Campo Grande. Este encontro exclusivo para gestores de tecnologia dos tribunais brasileiros visa discutir os desafios e propor inovações para a área de TI no Judiciário.
 
No ano passado a CGJ-TJMT ganhou três menções honrosas em razão de projetos e ações que atendem às diretrizes estratégicas 2, 3 e 13. Que dizem respeito as medidas de desjudicialização e desburocratização, por meio de práticas relativas aos meios consensuais de solução de conflitos; ao Programa “Regularizar” e ações sobre a adequação dos cartórios quanto à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
 
Leia mais sobre o assunto:
 
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imamgem – Foto Colorida vertical. Dois homens lado a lado em uma sala. O corregedor de Mato Grosso está à esquerda e segura um prêmio transparente com texto azul que diz “Corregedoria Ética”. Ele está vestindo um terno escuro, camisa branca e gravata azul, com um alfinete na lapela esquerda. O então corregedor nacional da Justiça, ministro Luis Felipe Salomão – à direita também está vestido com um terno escuro com uma camisa branca e uma gravata escura. Atrás deles, há um vaso de plantas à esquerda e uma visão parcial do logotipo da CNJ na parede à direita. Um tapete estampado está no chão abaixo deles.
 
 
Alcione dos Anjos (Com informações CNJ)
Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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