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Arena Pantanal recebe jogo entre Cuiabá e Flamengo pelo Brasileirão nesta quarta-feira (20)

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A Arena Pantanal recebe nesta quarta-feira (20.11), às 18h (horário MT), o jogo entre Cuiabá e Flamengo pela série A do Campeonato Brasileiro, com expectativa de 15 a 20 mil torcedores.

Em sua antepenúltima partida disputada no estádio gerido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), o clube mato-grossense briga para permanecer na primeira divisão da competição nacional.

Os ingressos estão sendo comercializados no aplicativo Facepass Brasil, com preços a partir de R$ 125 (meia). Até o momento, todos os setores se encontram com assentos disponíveis, inclusive os setores norte superior e inferior, destinados apenas para os flamenguistas.

Desde a sua construção, em 2014, a Arena Pantanal já teve mais de 400 jogos, entre eles a final da Supercopa do Brasil 2022, o jogo do Brasil e Venezuela pelas Eliminatórias da Copa do Mundo e outras partidas do Brasileiro.

O recorde de público em 2024 foi na partida entre Cuiabá e Corinthians, no dia 28 de outubro, com mais de 16 mil torcedores. Já o maior numero de torcedores em todas as edições pelo Campeonato Brasileiro na Arena Pantanal aconteceu justamente na partida entre Cuiabá e Flamengo, que ocorreu em 2022 e contou com mais de 40 mil torcedores.

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Atualmente, o Cuiabá conta com 29 pontos na competição e está na zona do rebaixamento para a série B. Sua última vitória foi contra o São Paulo por 2 a 0, jogando em casa, na Arena Pantanal.

Já o Flamengo está no 4º lugar no Brasileiro, com 59 pontos, classificado para a Libertadores de 2025 após ter ganhado a Copa do Brasil, no inicio do mês, contra o Atletico Mineiro. O carioca enfrenta o time da casa com desfalques importantes devido as eliminatórias da Copa Mundo.

O próximo jogo Cuiabá na Arena Pantanal será contra o Bahia, no dia 30 de novembro, pela 36º rodada do Brasileirão. O Cuiabá ainda enfrenta o Fluminense, fora de casa, e terá sua última partida na Arena Pantanal, contra o Vasco, no dia 8 dezembro.

*Sob supervisão de Cida Rodrigues

Fonte: Governo MT – MT

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95 anos da padroeira do Brasil; entenda

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Em 1717, Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso navegavam pelo Rio Paraíba do Sul, no estado de São Paulo. Após diversas tentativas frustradas de pesca, os homens encontraram uma imagem de barro que estava submersa. Ao retirá-la da água, perceberam que se tratava de uma imagem da Virgem Maria, mais precisamente, da Imaculada Conceição. Passaram a chamá-la, então, de Aparecida.

O achado foi um marco na vida dos pescadores, que começaram a relatar graças e milagres atribuídos à intercessão da Virgem. A fama da imagem se espalhou, atraindo devotos que vinham em romarias de diversas partes do Brasil. Mais de dois séculos depois, em 1930, o papa Pio XI assinou o decreto que proclamou Nossa Senhora Aparecida padroeira do Brasil.

A cerimônia solene aconteceu apenas em 1931, no Rio de Janeiro, então capital federal, diante de cerca de 1 milhão de pessoas. À época, foi lido publicamente o decreto pontifício que declarava a Virgem Maria, sob o título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, padroeira da nação brasileira. No mesmo dia, foram acrescentadas ao manto que veste a imagem as bandeiras do Brasil e do Vaticano.

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Décadas depois, em 1980, durante a primeira visita do então papa João Paulo II ao Brasil, o dia 12 de outubro foi oficialmente instituído como feriado nacional em honra à padroeira do país. Desde então, cerca de 10 milhões de peregrinos visitam todos os anos o Santuário Nacional de Aparecida, no estado de São Paulo, com o objetivo de renovar a fé e confiar intenções à Virgem Maria.

Para dom Vilson Dias de Oliveira, bispo emérito de Limeira (SP) e membro da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida transcende as fronteiras do território brasileiro e se apresenta como “farol espiritual” no horizonte do catolicismo universal. Em carta, ele destaca a solicitude da santa pelos pequenos e pobres.

“O achado da pequena imagem nas águas do Rio Paraíba do Sul não inaugurou apenas um capítulo na história da fé nacional, mas inscreveu no patrimônio da Igreja um acontecimento profundamente teológico: a manifestação da solicitude de Maria pelos pequenos, pelos descartados e pelos continentes que buscam a sua libertação e unidade no Evangelho de Cristo”, escreveu.

O religioso avalia que, para a América Latina como um todo, a devoção a Nossa Senhora Aparecida guarda “ressonância singular e profética”.

“O continente latino-americano, marcado por feridas históricas de desigualdade, mas iluminado por uma piedade popular fervorosa, encontra na Virgem de barro negro a expressão viva do rosto da própria Igreja continental.”

No documento, o bispo emérito avalia que a figura da Virgem Aparecida atesta para o mundo que Deus prefere manifestar sua grandeza por meio do que é frágil e humilde. A pequena imagem quebrada, recolhida do fundo das águas por mãos de pescadores simples, segundo ele, recorda que a verdadeira evangelização “nasce do amor encarnado na realidade concreta dos povos e das suas culturas”.

“Que as comunidades espalhadas por todo o Brasil e pelos países irmãos da América Latina não temam dar este passo audacioso. Diante dos desafios sociais, econômicos e espirituais que marcam o nosso tempo, a Virgem Aparecida nos recorda que Deus continua a realizar suas maiores maravilhas por meio dos humildes e organizados em comunidade”, concluiu dom Vilson Dias de Oliveira.



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