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Presidente do TJMT inaugura central de energia fotovoltaica do Fórum de Cuiabá

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A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, inaugurou a Central de Energia Solar do Fórum de Cuiabá, nesta terça-feira (19 de novembro), ao lado da diretora e da vice-diretora do Fórum, respectivamente, juízas Edleuza Zorgetti Monteiro da Silva e Adair Julieta da Silva e da juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas. A solenidade foi acompanhada por servidores que atuam na comarca.
 
A usina fotovoltaica, que foi implantada pela Coordenadoria de Infraestrutura do TJMT, é composta por 1.605 placas solares, que possuem potência de 897,05 quilowatt pico (kwp), o que é capaz de gerar economia em torno de 32% na conta de energia elétrica. Um dos locais onde estão instaladas as placas é também um estacionamento interno. E as placas, além da sua função principal, também estão servindo de abrigo para quase 200 veículos, gerando economia de energia e de espaço.
 
“Uma das coisas mais impactantes que nós temos hoje em dia é o cuidado com a sustentabilidade. Nós estamos descuidando do futuro do nosso planeta e, por isso, esta singela placa hoje descerrada tem esse peso, esse olhar atento para a nossa responsabilidade enquanto habitantes desse nosso planeta querido. A Terra precisa de nós, do nosso cuidado e da nossa consciência. Se nós continuarmos negligenciando a sustentabilidade, nós estamos deixando um planeta muito mais nocivo para os nossos futuros descendentes”, afirmou a presidente Clarice Claudino, durante a inauguração.
 
Conforme a magistrada, a entrega da usina fotovoltaica é uma das mais valiosas entre todo o rol de inaugurações que estão sendo realizadas no fim de sua gestão. “Estamos entregando para a sociedade e para os servidores e as servidoras a possibilidade de ter o máximo que conseguimos de energia limpa. Não é apenas a economicidade que nos interessa, mas especialmente aproveitar os recursos naturais de forma mais inteligente, mais consciente e responsável e é também um incentivo para que outros órgãos também sigam o exemplo de usar o que temos de mais intenso em Mato Grosso, que é a energia solar”, destacou.
 
Vice-diretora do Fórum de Cuiabá, a juíza Adair Julieta da Silva, agradeceu à presidente do TJMT por concretizar a pauta da sustentabilidade, prevista no plano estratégico do Judiciário estadual, por meio da instalação da central de energia solar e ressaltou os ganhos obtidos com a iniciativa. “Temos que ressaltar que essa implantação da energia solar aqui no Fórum vai ao encontro do programa de gestão da desembargadora Clarice e essa questão de diminuir o consumo da energia, valores da conta vai dar uma economia maior para que esse valor seja revertido em outros setores do Judiciário. Além disso, essa implantação dessas placas solares beneficia de forma geral no meio ambiente mais sustentável e também se reflete na melhoria da prestação jurisdicional”.
 
Tribunal de Justiça – Desde o 2022, a sede do Tribunal de Justiça já conta com uma estrutura composta por 530 placas solares no teto do edifício-garagem. O sistema possui potência de 312,7 kwp (quilowatt pico), proporcionando autonomia de aproximadamente 39.400 quilowatts/hora por mês. Além da instalação de energia fotovoltaica, o Judiciário ainda investe na utilização de lâmpadas de LED e na conscientização permanente de magistrados e servidores quanto ao uso racional de energia.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Foto 1: foto que mostra o descerramento da placa de inauguração da usina fotovoltaica, no Fórum de Cuiabá. Ao lado da placa, disposta sobre um cavalete, estão a desembargadora Clarice Claudino da Silva e as juízas Edleuza Zorgetti Monteiro da Silva, Adair Julieta da Silva e Célia Regina Vidotti. Atrás delas, há um mastro com as bandeiras do Brasil, de Mato Grosso e do Poder Judiciário. Foto 2:  foto em plano aberta tirada de drone, que mostra centenas de placas solares no estacionamento aos fundos do Fórum de Cuiabá.
 
Celly Silva/ Fotos: Anderson Lobão
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT  
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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