CUIABÁ

MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros realiza captura de animais silvestres em zona urbana de Lucas do Rio Verde e Guarantã do Norte

Publicados

MATO GROSSO

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou dois animais silvestres em áreas urbanas nesta quarta-feira (13.11). As ocorrências foram registradas em Lucas do Rio Verde e Guarantã do Norte (a a 332 km e 708 km de Cuiabá, respectivamente).

Em Lucas do Rio Verde, a equipe da 13ª Companhia Independente Bombeiro Militar (13ª CIBM) foi acionada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente para capturar um tatu que estava embaixo da calçada de uma residência. Os militares foram informados que o animal já estava há alguns dias naquele local.

A equipe da 13ª CIBM se deslocou até o endereço repassado e fez o resgate do tatu. Após a captura, o animal foi avaliado e considerado saudável, sendo posteriormente solto em uma área de preservação ambiental.

Já em Guarantã do Norte, o 4º Núcleo Bombeiro Militar (4º NBM) recebeu um chamado para resgatar uma jiboia de aproximadamente 1 metro de comprimento, que se encontrava no quintal de uma casa.

A equipe fez a captura com os devidos cuidados e, após o resgate, a serpente foi levada a uma região de mata, onde foi solta em segurança.

Leia Também:  Governo de MT lança Operação Amazônia e intensifica combate ao desmatamento ilegal

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

95 anos da padroeira do Brasil; entenda

Publicados

em

Em 1717, Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso navegavam pelo Rio Paraíba do Sul, no estado de São Paulo. Após diversas tentativas frustradas de pesca, os homens encontraram uma imagem de barro que estava submersa. Ao retirá-la da água, perceberam que se tratava de uma imagem da Virgem Maria, mais precisamente, da Imaculada Conceição. Passaram a chamá-la, então, de Aparecida.

O achado foi um marco na vida dos pescadores, que começaram a relatar graças e milagres atribuídos à intercessão da Virgem. A fama da imagem se espalhou, atraindo devotos que vinham em romarias de diversas partes do Brasil. Mais de dois séculos depois, em 1930, o papa Pio XI assinou o decreto que proclamou Nossa Senhora Aparecida padroeira do Brasil.

A cerimônia solene aconteceu apenas em 1931, no Rio de Janeiro, então capital federal, diante de cerca de 1 milhão de pessoas. À época, foi lido publicamente o decreto pontifício que declarava a Virgem Maria, sob o título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, padroeira da nação brasileira. No mesmo dia, foram acrescentadas ao manto que veste a imagem as bandeiras do Brasil e do Vaticano.

Leia Também:  Ribeirinho Cidadão inicia atendimentos em Barão de Melgaço

Décadas depois, em 1980, durante a primeira visita do então papa João Paulo II ao Brasil, o dia 12 de outubro foi oficialmente instituído como feriado nacional em honra à padroeira do país. Desde então, cerca de 10 milhões de peregrinos visitam todos os anos o Santuário Nacional de Aparecida, no estado de São Paulo, com o objetivo de renovar a fé e confiar intenções à Virgem Maria.

Para dom Vilson Dias de Oliveira, bispo emérito de Limeira (SP) e membro da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida transcende as fronteiras do território brasileiro e se apresenta como “farol espiritual” no horizonte do catolicismo universal. Em carta, ele destaca a solicitude da santa pelos pequenos e pobres.

“O achado da pequena imagem nas águas do Rio Paraíba do Sul não inaugurou apenas um capítulo na história da fé nacional, mas inscreveu no patrimônio da Igreja um acontecimento profundamente teológico: a manifestação da solicitude de Maria pelos pequenos, pelos descartados e pelos continentes que buscam a sua libertação e unidade no Evangelho de Cristo”, escreveu.

O religioso avalia que, para a América Latina como um todo, a devoção a Nossa Senhora Aparecida guarda “ressonância singular e profética”.

“O continente latino-americano, marcado por feridas históricas de desigualdade, mas iluminado por uma piedade popular fervorosa, encontra na Virgem de barro negro a expressão viva do rosto da própria Igreja continental.”

No documento, o bispo emérito avalia que a figura da Virgem Aparecida atesta para o mundo que Deus prefere manifestar sua grandeza por meio do que é frágil e humilde. A pequena imagem quebrada, recolhida do fundo das águas por mãos de pescadores simples, segundo ele, recorda que a verdadeira evangelização “nasce do amor encarnado na realidade concreta dos povos e das suas culturas”.

“Que as comunidades espalhadas por todo o Brasil e pelos países irmãos da América Latina não temam dar este passo audacioso. Diante dos desafios sociais, econômicos e espirituais que marcam o nosso tempo, a Virgem Aparecida nos recorda que Deus continua a realizar suas maiores maravilhas por meio dos humildes e organizados em comunidade”, concluiu dom Vilson Dias de Oliveira.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA