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Força Tática prende homem em flagrante por tráfico de drogas em Cuiabá

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Policiais militares da Força Tática do 1º Comando Regional, prenderam um homem, de 19 anos, por tráfico de drogas, na noite desta terça-feira (12.11), no bairro CPA 3, em Cuiabá. Na abordagem, os policiais apreenderam 21 substâncias análogas a maconha.

Segundo a ocorrência, os militares abordaram um homem em atitude suspeita, por volta das 21h30, e encontraram com ele três porções de maconha. Em relato aos policiais, o suspeito informou que possuía mais entorpecentes, em um local próximo a ele.

Os militares continuaram as buscas e, próximo a um hidrômetro, encontraram mais 18 porções de drogas, além de uma balança de precisão, R$ 24,00 em espécie e um celular.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao homem e ele foi encaminhado para a Central de Flagrantes de Cuiabá para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

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*Sob supervisão de Hallef Oliveira

Fonte: Governo MT – MT

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PF investiga ligação de policiais com facção criminosa

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A Polícia Federal (PF) cumpre, nesta quarta-feira (7), sete mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão contra um grupo acusado de ligações com facção criminosa do Rio de Janeiro. A PF investiga crimes como venda ilegal de fuzis e vazamento de informações sigilosas para a organização que atua no Complexo de Israel, na zona norte da capital fluminense, além de lavagem de dinheiro

Entre os alvos da operação Magen estão um policial civil, um policial militar e ex-policiais. A investigação, feita pelo Grupo de Investigações Sensíveis da PF (GISE) e pelo Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal do Ministério Público do Rio (MPRJ), identificou que a organização criminosa mantinha um núcleo estruturado para obtenção, transporte e revenda clandestina de armas.

Segundo a PF, o grupo comercializava fuzis de uso restrito, revólveres, pistolas, carregadores e munições. A investigação apontou indícios de que os alvos da operação chegaram a fornecer dez fuzis AR-15 diretamente à principal liderança criminosa do Complexo de Israel.

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Os policiais e ex-policiais conseguiam acessar sistemas restritos da Administração Pública e repassavam aos líderes da facção criminosa dados sigilosos referentes a mandados de prisão em aberto, endereços, registros de veículos e alvos de ações policiais em andamento.

Com isso, conseguiram alertar os criminosos que atuam no complexo de favelas e evitar a repressão policial. As informações sigilosas também eram usadas para conduzir investigações clandestinas que tinham como objetivo extorquir criminosos.

A lavagem do dinheiro obtido com o esquema criminoso era feita por meio de sucessivas manobras de dissimulação. Mais de R$ 100 milhões foram movimentados em um intervalo de quatro anos, entre contas pessoais e de empresas de fachada.



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