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“Colégio estadual integrado terá missão educacional e social importante na comunidade”, destaca diretora

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A diretora do Colégio Estadual Integrado Miguel Baracat – CEI 05, no bairro São Matheus, em Várzea Grande, Patrícia Guiardi Santos, destacou que a unidade vai gerar oportunidades significativas em uma região que enfrenta altos índices de vulnerabilidade social.

“O CEI 05 cumprirá uma missão educacional e social muito importante na comunidade”, afirmou.

Uma das inovações do CEI é sua abertura aos finais de semana, uma estratégia que, segundo a diretora, ajudará a mitigar conflitos, permitindo que as famílias se envolvam ativamente no dia a dia da escola.

“Imagine a nossa comunidade se reunindo aqui, como uma grande família”, disse. Ela adiantou que um plano de ação já está em andamento, envolvendo toda a comunidade escolar, visando transformar o CEI 05 numa referência educacional desde seu primeiro ano.

Considerando o desafio de gerir uma escola nova e imponente, sua prioridade é consolidar o CEI 05 como um modelo de referência educacional, mantendo as portas sempre abertas para a comunidade. “Quando os moradores percebem que a escola lhes pertence, eles a acolhem e cuidam dela como se fosse um segundo lar”, observou.

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O Colégio Estadual Integrado foi entregue pelo Governo do Estado, na última sexta-feira (08.11), e terá suas atividades na modalidade cívico-militar com capacidade para atender aproximadamente 1.700 estudantes do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

“A instituição conta com um corpo docente qualificado e uma equipe de apoio psicossocial dedicada a abraçar essa missão. Estamos prontos para fazer a diferença”, disse Patrícia.

A diretora destacou ainda a tecnologia presente no CEI, o que vai torna-lo ainda mais atraente. “Dispomos de plataformas digitais, Smart TVs em todas as salas, Chromebooks para os alunos, internet de alta velocidade, laboratórios 4.0, acessibilidade completa e um espaço coletivo que promove qualidade de vida”, descreveu Patrícia.

De acordo com Ademir Martins, Oficial de Gestão Militar do CEI 05 e 2º Tenente da Reserva do Exército, a abordagem cívico-militar proporcionará significativos benefícios à região do bairro São Matheus. “Quando unimos educação pública à disciplina e ao civismo, os resultados se manifestam rapidamente. Essa união promove o desenvolvimento integral dos alunos”, concluiu o oficial.

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Professor de Física, Wender Natal da Silva, destacou o amplo laboratório 4.0

O professor de Física Wender Natal da Silva destacou como a estrutura moderna e bem equipada será uma ferramenta importante, permitindo que a teoria se concretize em experiências práticas e tangíveis. “Para as crianças, ter acesso a um laboratório de química e física na escola é crucial para que elas possam explorar e entender a diversidade fascinante do nosso planeta. Eu nunca tinha visto uma estrutura educacional tão impressionante quanto esta”, concluiu o professor.

O CEI 05 recebeu investimento de R$ 21 milhões do Governo.

Ao todo, serão cinco unidades nesse formato, sendo três em Cuiabá e duas em Várzea Grande. Juntas irão atender cerca de 7 mil estudantes de mais de 50 bairros nas duas cidades. O investimento total, por parte do Governo do Estado, é de R$ 84,2 milhões.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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