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Operação Fraude Vital cumpre mandados contra criminosos que aplicaram golpes em familiares de pacientes em Sorriso

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A Delegacia da Polícia Civil de Sorriso deflagrou, nesta terça-feira (05.11), a Operação Fraude Vital para desarticular uma organização criminosa envolvida em estelionato contra vítimas no município.

Foram decretados 8 mandados de prisão e de buscas, sendo cumpridas duas prisões e quatro buscas em Rondonópolis. Dois alvos da operação estão foragidos.

A investigação identificou que os criminosos residem em Rondonópolis e estavam aplicando golpes contra familiares de pacientes internados em hospitais de Sorriso.

A investigação da Delegacia de Sorriso teve início após diversas vítimas, que tinham familiares internados em hospitais de Sorriso, procurarem a Polícia Civil e denunciar que estavam sendo alvos de golpistas.

Conforme a apuração, o estelionatário se passava por um médico e entrava em contato com a família das vítimas solicitando valores, alegando que deveria custear tratamentos ou cirurgias urgentes. Desesperadas e temendo uma piora no estado de saúde de seus familiares, as vítimas faziam os depósitos via Pix nas contas dos falsos médicos. Somente depois de fazer as transferências, as vítimas percebiam que se tratava de um golpe.

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Durante o cumprimento dos mandados de buscas em Rondonópolis, a companheira de um dos integrantes do grupo criminosa foi presa em flagrante pelo crime de furto de energia elétrica.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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