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Nota MT vai sortear 1.000 torcedores para assistir o próximo jogo do Cuiabá

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A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT), em parceria com o Cuiabá Esporte Clube, realizará mais um sorteio para os usuários inscritos no Programa Nota MT assistirem a um jogo do time. Desta vez, a partida será contra o Flamengo, programada para o dia 20 de novembro na Arena Pantanal.

Ao todo, 1.000 pessoas serão contempladas. Cada uma receberá um ingresso para assistir ao jogo no setor reservado aos torcedores do Cuiabá.

Os ingressos são oferecidos como parte de uma ação da Secretaria de Fazenda (Sefaz), por meio do programa Nota MT, para fomentar o esporte estadual e incentivar a cidadania fiscal, promovendo a participação popular nos jogos do time e ampliando o número de usuários do Nota MT.

Para participar do sorteio, os interessados devem estar cadastrados no Nota MT e preencher o formulário no site oficial do programa www.nota.mt.gov.br. As inscrições abrem às 17h30 desta sexta-feira (01.11) e vão até as 17h30 do dia 08 de novembro.

O sorteio será realizado no dia 14 de novembro, pela equipe da Sefaz, com base no resultado da Loteria Federal, e a lista dos contemplados será divulgada logo após o encerramento do sorteio. Todos os ganhadores serão notificados no mesmo dia.

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Cada sorteado receberá seu ingresso por meio do aplicativo Facepass, que permite o acesso à Arena Pantanal por reconhecimento facial. O ingresso é de uso pessoal e intransferível.

Tanto a lista de inscritos para concorrer aos ingressos do jogo quanto os nomes dos premiados ficarão disponíveis para consulta no site do Nota MT. Além disso, todo o processo será auditado posteriormente pela Controladoria Geral do Estado (CGE).

Fonte: Governo MT – MT

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Cattani cobra solução para sistema florestal e cancelamentos de CAR de pequenos produtores

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) cobrou providências da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a sessão plenária de quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ele apontou a instabilidade do Sisflora (Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais), que controla a extração de madeira no estado, e o cancelamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) de pequenos produtores como problemas que prejudicam quem produz.

Segundo Cattani, o Sisflora está fora do ar há dias, e os empresários do setor não conseguem emitir notas, carregar cargas, nem vender a mercadoria. “Imaginem os senhores se isso acontecer em qualquer tipo de comércio. Se coloca no lugar desses empresários que estão aí sem poder vender o seu produto, sem poder comercializar há tantos dias por culpa do Estado, por culpa da secretaria”, afirmou.

O deputado lembrou que a falha inviabiliza quem produz. “É um sistema caríssimo, pago pelo Estado de Mato Grosso, mas que não funciona e dessa maneira inviabiliza os nossos grandes empresários e pessoas que produzem no setor florestal. Nós precisamos consertar isso.”

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Cattani também relatou o caso de pequenos produtores do assentamento Pontal do Marape, que tiveram o CAR cancelado depois que outra pessoa registrou um cadastro sobreposto à área do assentamento. Segundo ele, sem o documento, as famílias ficam impedidas de acessar crédito e de produzir. “Hoje os pequenos produtores não conseguem acessar o crédito, não conseguem produzir, não conseguem fazer nada porque o CAR foi cancelado”, relatou.

O parlamentar questionou a atuação da Sema no caso. “Como é possível que a Sema aceite isso? E pior do que isso, como é possível, depois de comprovado que o CAR está sobreposto, não validar o CAR daqueles pequenos produtores e continuar validando o CAR da pessoa que fez numa área sobreposta?”.

Cattani dirigiu o pedido ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e lembrou que, como prefeito de Lucas do Rio Verde, Pivetta criou um programa que regularizou as áreas rurais do município. “Peço ao senhor que mude o sistema e o modo de agir da secretaria para que de fato faça justiça aos produtores rurais do nosso estado. Que não seja perseguidora dos produtores rurais”, disse.

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O parlamentar defendeu uma intervenção na pasta. “Não é para que ela acabe, nem para que não faça o seu trabalho. Pelo contrário, é para que faça o seu trabalho, mas de forma correta, sem ser perseguidora dos produtores rurais do nosso estado”.



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