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Parcerias entre TJMT e Várzea grande serão mantidas em 2025

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As parcerias celebradas entre o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e a prefeitura de Várzea Grande serão mantidas na nova gestão municipal, que iniciará no dia 1º de janeiro de 2025. O compromisso em dar continuidade aos programas da Justiça Restaurativa ocorreu na tarde desta terça-feira (29 de outubro). 
 
A prefeita eleita do Município, Flávia Moretti, esteve no gabinete da Presidente do TJMT para conhecer mais sobre as parcerias com o TJMT e saber como mantê-las.
 
A presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva, agradeceu a receptividade da nova executiva municipal em dar seguimento aos trabalhos cujo objetivo é ampliar os métodos da Justiça Restaurativa, destinados à saúde, educação e acolhimento. 
 
“Existem vários termos de cooperação técnica entre o Município e o Tribunal de Justiça e todos temos grande interesse em continuar. Hoje, falamos especificamente sobre as ações do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa com a prefeita eleita. São projetos de paz que ocorrem nas escolas, na assistência social, na rede de enfrentamento da violência contra as mulheres, contra as crianças e adolescentes. Todos esses segmentos em que já fazemos os círculos de construção de paz estão amparados em uma lei municipal. Há, inclusive, um interesse em continuarmos a expandir esse trabalho”, explica a presidente do TJMT.
 
O apoio do Poder Judiciário tem o objetivo de dar suporte ao município, que recebe direcionamento de como atuar preventivamente.  
 
“O Tribunal de Justiça oferece a capacitação dos facilitadores e também acompanha a evolução até que eles possam fazer o curso e serem multiplicadores, ou seja, qualificadores de novos facilitadores. Dessa forma, o município caminha sozinho com a política de tratamento adequado dos conflitos e da prevenção. O nosso maior objetivo é que a pacificação social fique garantida como política pública” esclareceu a desembargadora. 
 
Ao conhecer um pouco das ações existentes no município, a prefeita eleita ressaltou a importância da parceria com o Tribunal de Justiça para sua gestão. 
 
“Fiquei feliz em saber pela presidente Clarice, que daremos continuidade às parcerias voltadas para a Justiça Restaurativa. Também temos o interesse em manter a parceria na questão da rede de enfrentamento à violência contra a mulher e outras situações. Estou contente que as portas continuam abertas, e foi importante vir aqui ouvir, entender um pouquinho do que o Judiciário já faz pela Prefeitura de Várzea Grande e continuar com essa parceria”, finalizou Flávia Moretti. 
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Um grupo de cinco pessoas lado a lado, sendo dois homens e três mulheres. No centro da imagem está a presidente do TJMT, que veste um vestido estampado, e a sua esquerda está Flávia Moretti, que veste um vestido preto.
 
Priscilla Silva / Foto: Ednilson Aguiar 
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT 
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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