CUIABÁ

MATO GROSSO

Forças policiais recuperam quatro veículos com ajuda do Vigia Mais MT no final de semana

Publicados

MATO GROSSO

As forças policiais recuperaram, entre sexta-feira (18) e domingo (20.10), quatro veículos furtados ou roubados em Cuiabá e Várzea Grande com o apoio do programa Vigia Mais MT, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

Os veículos passaram por câmeras do programa instalado na região metropolitana, que emitiram alertas ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) e às forças policiais sobre a movimentação dos veículos.

No domingo (20), uma equipe da Cavalaria da Polícia Militar apreendeu uma motocicleta Honda Biz na avenida Governador Júlio Campos, no bairro Água Vermelha, em Várzea Grande. Um suspeito foi preso. A moto havia sido roubada na sexta e, durante a fuga, passou por uma das câmeras do programa.

No sábado (19), o Grupo de Apoio (GAP) da Polícia Militar recuperou um Peugeot – 208, furtado no bairro Quilombo, em Cuiabá. Neste caso, um casal foi rendido por dois criminosos, que se passaram por policiais e levaram o veículo. Após acionamento das forças policiais via Ciosp, as equipes iniciaram as buscas e o carro foi encontrado no bairro Alvorada. Duas pessoas foram presas.

Leia Também:  Politec entrega novo espaço para academia de ginástica e musculação aos servidores

Ainda no sábado, uma caminhonete Amarok foi recuperada na avenida Miguel Sutil, na região do bairro Jardim Cuiabá, horas após o roubo. Nesta ocorrência, uma pessoa foi detida e encaminhada para delegacia.

Na sexta-feira (18), uma caminhonete Toyota Hilux furtada no bairro Quilombo, em Cuiabá, foi localizada pelo Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer). Na noite anterior, o proprietário estacionou o veículo próximo a um restaurante na avenida Filinto Muller. Ao retornar, às 20h, a caminhonete já havia sido levada.

As forças de segurança foram acionadas via Ciosp, que passou a monitorar as câmeras do programa e identificaram que a Hilux havia se dirigido à região do Sucuri. Na manhã seguinte, o Ciopaer foi acionado pelo Ciosp para dar auxílio nas buscas e localizou a caminhonete abandonada.

O superintendente do Ciosp, delegado Cláudio Alvarez Sant’Ana, ressaltou que o programa Vigia Mais MT é uma tecnologia aliada da atuação humana.

“A ideia é cercar toda a região metropolitana de Cuiabá com monitoramento eletrônico, contando com o apoio terrestre das viaturas da PM e aéreo do Ciopaer, para combater esse tipo de crime. Aliamos a tecnologia a força humana no enfrentamento à criminalidade”, pontuou.

Leia Também:  Governador lança programa para estudantes terminarem ensino médio "já qualificados para o mercado"

O Vigia Mais MT é um programa do Governo de Mato Grosso que integra tecnologia às ações de segurança pública. Com investimento de R$ 30 milhões, a iniciativa prevê a instalação de 15 mil câmeras em todos os 142 municípios do estado, além de possibilitar a parceria com entes públicos e privados interessados em colaborar no monitoramento de ruas, avenidas, praças e outros espaços de interesse coletivo.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

CPI da Saúde quer perícia técnica sobre invasão cibernética que atingiu a SES

Publicados

em

Três meses após a ocorrência de um ataque cibernético que comprometeu sistemas e provocou a perda de dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES), o caso passou a ser alvo de questionamentos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Tanto que o presidente da comissão, deputado estadual Wilson Santos (PSD), nesta quarta-feira (3), apresentou requerimento ao governo do estado e à Empresa Mato-Grossense de Tecnologia da Informação (MTI), responsável pela gestão tecnológica da administração estadual, para prestar esclarecimentos.

O parlamentar quer acesso a informações detalhadas sobre a invasão hacker anunciada pelo governo, as medidas adotadas para contenção dos danos, os sistemas atingidos e os procedimentos de proteção e recuperação dos dados comprometidos. Segundo ele, a gravidade do episódio exige total transparência por parte dos órgãos envolvidos. “Essa CPI é importantíssima para revelar omodus operandidos crimes que aconteceram, especialmente durante a pandemia, dentro da Secretaria Estadual de Saúde. Essa pasta movimentou, nos últimos sete anos, quase R$ 30 bilhões. Os trabalhos da CPI avançam cada vez mais”, afirmou.

Leia Também:  Governador lança programa para estudantes terminarem ensino médio "já qualificados para o mercado"

O deputado também relacionou o episódio ao momento em que a comissão intensifica as investigações sobre a gestão da saúde pública estadual. Para ele, o fato da invasão ter ocorrido após a instalação da CPI levanta questionamentos que precisam ser esclarecidos.

 “Nós estamos colocando o dedo em uma secretaria que foi malconduzida nos últimos sete anos, onde houve malversação de recursos públicos em quantidades gigantescas. Os trabalhos da CPI avançam e coisas impressionantes começam a acontecer. Queremos saber sobre a destruição destes materiais por hackers. Vamos pedir uma perícia técnica federal neste assunto. Destruíram acervo e arquivos importantíssimos, coincidentemente logo após a Assembleia Legislativa ter instalado sua comissão”, declarou.

A perícia técnica, segundo o parlamentar, seria feita para apurar as circunstâncias da invasão e avaliar a extensão dos prejuízos causados ao patrimônio documental e aos bancos de dados da Secretaria de Saúde. “Esse é um fato gravíssimo, pois depois de três meses somente agora veio a informação sobre essa invasão. Nós não vamos parar, não vamos nos intimidar com os obstáculos e com as pedras neste caminho. Não tem sido fácil e nós sabíamos que não seria. Não é fácil esse trabalho, mas nós vamos prosseguir”, completou.

Leia Também:  Comunicado: sessão da Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo será prologado por dois dias

O deputado também voltou a criticar a condução administrativa da SES nos últimos anos. Segundo ele, apesar da assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a Secretaria de Saúde e o Ministério Público Estadual, em maio de 2019, com o objetivo de reduzir pagamentos por indenização, a prática continuou sendo utilizada de forma recorrente. “Foi assinado um TAC para colocar um ponto final nos pagamentos por indenização. Mas aconteceu justamente o contrário. Até hoje a Secretaria de Saúde prioriza os pagamentos por indenização, evita realizar licitações e evita utilizar o instituto da dispensa de licitação”, comentou.

Operação Espelho –Dando continuidade aos trabalhos investigativos, a CPI da Saúde receberá, na tarde desta quarta-feira (3), às 14 horas, os delegados da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), José Ricardo Garcia Bruno e Henrique Trevisan. Eles foram responsáveis pela condução da Operação Espelho deflagrada em 2021 para apurar supostas irregularidades envolvendo contratos e pagamentos realizados pela Secretaria de Estado de Saúde.

 



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA