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Mercado da soja em ascensão: preços em alta e perspectivas positivas para exportações

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O mercado da soja está experimentando um momento de otimismo, com preços em ascensão e perspectivas favoráveis para as exportações, apesar dos desafios e das oscilações nos mercados internacionais e cambiais.

Embora em menor volume do que no ano anterior, as exportações de soja para 2024 continuam a ser uma perspectiva significativa, impulsionadas pela necessidade de capitalização dos produtores e pelos estímulos do mercado cambial.

Projeções indicam que o Brasil exportará aproximadamente 96 milhões de toneladas de soja em 2024, refletindo uma redução em relação ao ano anterior, mas ainda mantendo um volume considerável. O esmagamento da soja também está previsto para aumentar este ano, enquanto as importações devem crescer significativamente em comparação a 2023.

Apesar da previsão de uma oferta total de soja ligeiramente menor em 2024, a demanda também deve diminuir, resultando em uma redução nos estoques finais. Esse cenário tem influenciado os movimentos de preços nos mercados futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago, apesar das oscilações ao longo da semana.

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Os prêmios no mercado nacional têm apresentado uma recuperação significativa, impulsionados pelo tamanho real da safra brasileira e pela percepção de uma oferta menor do que o esperado por alguns participantes do mercado. Esse movimento tem sido refletido nos preços da soja nos portos do Brasil, que acumularam ganhos consideráveis nos últimos dias.

Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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