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Investigado por furtos e invasão a comércio de Primavera do Leste é preso pela Polícia Civil

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A equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Primavera do Leste prendeu nesta quarta-feira (03.04) um criminoso investigado por cometer diversos crimes patrimoniais no comércio da cidade. Ele se especializou no arrombamento de fechaduras de portas de vidro, para então invadir as lojas e furtos os produtos e dinheiro.

Uma dos estabelecimentos, uma frutaria, foi furtado no dia 19 de março. O proprietário do local informou à Polícia Civil que o local foi invadido na madrugada, após danificar a portal lateral da frutaria, e levados um celular e dinheiro do caixa.

A partir de imagens de câmeras de segurança, a equipe de investigação da Derf conseguiu identificar o autor do furto e apurou que ele, dias após o crime contra a frutaria, foi conduzido pela PM por uma tentativa de furto.

L.H.G.O., de 26 anos, estava preso, até dezembro do passado, cumprindo pena por tráfico de drogas. Em liberdade, voltou a cometer diversos crimes e utilizando o mesmo modus operandi.

No dia 02 de março, foi detido em flagrante pelo furto em uma cafeteria, conforme investigação que constatou a autoria do crime. No dia 12 de março, ele foi liberado novamente da prisão e voltou a cometer furtos em outros estabelecimentos comerciais da cidade, desta vez contra a frutaria citada anteriormente, e em um posto de combustíveis na rodovia federal que corta a cidade, no dia 24 de março. Há ainda furtos ocorridos contra uma empresa de comércio de filtros e também um restaurante.

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Além desses crimes cometidos em março, ele é investigado pela Derf de Primavera por delitos semelhantes em outros períodos. De acordo com o delegado Rodolpho Bandeira, há oito inquéritos policiais instaurados contra o mesmo investigado pelos crimes patrimoniais.

“Isso demonstra que L.H. utiliza o crime como meio de sobrevivência e que as medidas cautelares, diferentes da prisão, não foram suficientes para modificar seu comportamento”, reforçou o delegado ao representar pela prisão preventiva do investigado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. 

Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

Investigações

As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.

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No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.

Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade. 

As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Descapitalização financeira

As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.

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As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.

A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 



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