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Minas Gerais bate recorde na produção de cana-de-açúcar e impulsiona empregabilidade no setor

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Minas Gerais estabeleceu um novo recorde na produção de cana-de-açúcar, com uma média de 84.829 quilos por hectare, superando a marca anterior de 78.786 quilos por hectare da safra 2022/2023.

Este aumento impulsionou a produção total para 80,2 milhões de toneladas, representando um crescimento de 13,6% em relação à temporada anterior.

Além do salto na produtividade, o setor de cana-de-açúcar mineiro também experimentou um boom de empregabilidade, com um aumento de 20% na criação de empregos formais, resultado direto do incremento na produção.

Este progresso coloca Minas Gerais como o segundo maior produtor de cana-de-açúcar do Brasil, logo atrás de São Paulo, de acordo com um estudo realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A análise da Conab, que abrangeu períodos críticos de crescimento da cana, destaca não apenas o aumento quantitativo, mas também a implementação de tecnologias avançadas e práticas agrícolas inovadoras que contribuíram para este resultado excepcional.

Produtores locais, celebram o aumento de produtividade, atribuindo o sucesso a uma combinação de tecnologia avançada, gestão eficiente do solo e condições climáticas favoráveis. A adequação climática, em particular, foi um fator crucial, proporcionando as condições ideais para o cultivo da cana-de-açúcar na região.

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Além do impacto direto na produção e empregabilidade, o crescimento do setor canavieiro mineiro promove benefícios econômicos mais amplos, desde a geração de mais impostos para os municípios até a melhoria dos índices de desenvolvimento humano locais.

Iniciativas estaduais e investimentos em tecnologias sustentáveis, como a produção de biometano a partir de resíduos da cana, são esperados para manter o ritmo de crescimento e sustentabilidade do setor.

Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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