POLÍCIA
Polícia Civil cumpre ordens judiciais contra grupo responsável por envio de drogas para o interior do estado
POLÍCIA
Entre as ordens judiciais estão cinco mandados de prisão, quatro de busca e apreensão e três de bloqueios de contras bancárias, cumpridas nas cidades de Cuiabá e Cáceres.![]()
Coordenada pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), a operação é resultado de uma investigação sobre tráfico de drogas e associação ao tráfico de drogas realizado por um grupo criminoso que enviava drogas para o interior do estado de Mato Grosso.
O alvo principal das investigações e sua esposa, que já foram presos anteriormente, tiveram novos mandados de prisão preventivas cumpridos no sistema penal.![]()
Investigações
As investigações iniciaram no dia 16 de dezembro de 2022, após uma mulher ser conduzida pela Polícia Militar para Central de Flagrantes de Cuiabá em posse de drogas. Na ocasião, a suspeita foi ouvida e liberada por falta de elementos para sua autuação.
Porém com o envio da documentação para a DRE foi iniciada a investigação, sendo a suspeita presa no dia 19 de dezembro de 2023 em decorrência de outra ordem Judicial representada com base em investigações da especializada.![]()
Durante a investigação se descortinou a participação de outros envolvidos no envio de drogas para o interior do estado de Mato Grosso, comandado pelo suspeito que se encontra preso na Penitenciária Central do Estado (PCE).
Nome da operação
Baca significa “choro, lágrima” e, é referência a uma suspeita que participa ativamente do grupo e durante sua prisão tentou comover a equipe.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais.
Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).
Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).
Investigações
As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.
No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.
Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade.
As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.
Descapitalização financeira
As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.
As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.
As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.
A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.
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