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Minas Gerais supera marca histórica na geração de energia solar

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Minas Gerais estabeleceu um novo recorde ao ultrapassar 4 GW de capacidade instalada na geração de energia solar centralizada, consolidando sua posição como líder nacional nesse segmento. Com esse marco, o estado se destaca à frente da Bahia e do Piauí, que ocupam, respectivamente, o segundo e terceiro lugares no ranking da energia solar fotovoltaica.

A geração de energia solar centralizada se dá por meio da construção de grandes usinas solares estrategicamente localizadas para capturar a luz solar. Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), cerca de 32,71% de toda a geração solar centralizada do Brasil está concentrada em Minas Gerais, contribuindo significativamente para a matriz elétrica do estado, que é composta em quase 20% por essa fonte de energia.

O Governo de Minas tem priorizado o fortalecimento do setor de energia solar fotovoltaica, implementando políticas públicas que incentivam a atração de investimentos em energia renovável. Incentivos fiscais, como a isenção do pagamento de ICMS para consumidores que utilizam sistemas de geração distribuída, têm impulsionado o setor e contribuído para o crescimento da capacidade instalada.

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O projeto Sol de Minas, iniciativa lançada pelo Governo do Estado em 2019, tem desempenhado um papel fundamental na diversificação da matriz energética de Minas Gerais, estimulando empreendimentos solares de geração centralizada e promovendo a adoção de sistemas solares de geração distribuída.

Medidas como essa têm possibilitado o aumento da capacidade de geração de energia elétrica, fortalecendo a cadeia produtiva local e contribuindo para a redução das emissões de gases do efeito estufa.

A recente entrada em operação de novos empreendimentos nos municípios de Paracatu e Jaíba, que incrementaram em 220,5 MW a matriz elétrica do estado, foi decisiva para que Minas Gerais alcançasse e superasse o marco histórico de 4 GW de geração solar fotovoltaica centralizada.

Com informações da Agência Minas

Fonte: Pensar Agro

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Mato Grosso exporta US$ 2,1 bilhões em setembro para 115 países

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Reprodução Secom/MT

Mato Grosso exportou US$ 2,1 bilhões em setembro e encerrou o mês como o 6º maior exportador do Brasil, responsável por 6% das vendas brasileiras ao exterior. Os produtos mato-grossenses chegaram a 115 países, com o milho liderando os embarques. Como as importações somaram US$ 233 milhões, o Estado registrou um saldo positivo de aproximadamente US$ 1,9 bilhão na balança comercial.

Os números integram o boletim de comércio exterior elaborado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), por meio do DataHub MT, com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O desempenho acumulado está acima do registrado no ano passado. Entre janeiro e setembro, Mato Grosso vendeu US$ 26,5 bilhões ao mercado internacional, crescimento de 16,9% em relação ao mesmo período de 2025. O resultado representa US$ 3,8 bilhões a mais em exportações.

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, a força exportadora de Mato Grosso deve ser acompanhada pela ampliação do processamento da produção dentro do Estado.

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“Mato Grosso é um grande exportador e tem um papel importante no abastecimento de mercados internacionais. O Governo tem atuado fortemente para que essa capacidade também se traduza em mais agroindustrialização. Queremos ampliar a transformação da nossa produção aqui, agregar valor ao que vendemos e gerar mais empregos e renda para os mato-grossenses. Além de produzir e exportar commodities, precisamos aproveitar cada vez mais as oportunidades que a indústria oferece”, afirma.

Em setembro, o milho respondeu por US$ 641,1 milhões, equivalentes a 30,3% das exportações estaduais. Na sequência aparecem a soja, com US$ 354 milhões, e a carne bovina congelada, com US$ 257,5 milhões. Farelo e resíduos da extração do óleo de soja somaram US$ 249,3 milhões, enquanto o algodão alcançou US$ 163,3 milhões.

A China foi o principal destino dos produtos mato-grossenses, com compras de US$ 342,3 milhões, ou 16,2% do total. Países Baixos, Egito, Irã e Espanha completaram a lista dos cinco maiores compradores no mês.

Na comparação com agosto, o valor exportado caiu 12,6%. Frente a setembro de 2025, a redução foi de 6,2%. O volume embarcado totalizou 4,75 milhões de toneladas, queda de 23,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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Do lado das importações, os fertilizantes nitrogenados, potássicos e fosfatados concentraram 54,5% dos US$ 233 milhões gastos pelo Estado em setembro. Defensivos e reguladores para plantas representaram outros 22,7%, mostrando o peso dos insumos agrícolas nas compras internacionais.

No acumulado dos nove primeiros meses de 2026, as importações chegaram a US$ 2 bilhões. Com isso, a diferença entre as vendas e as compras externas de Mato Grosso ficou positiva em US$ 24,5 bilhões, avanço de 17,9% sobre o mesmo período de 2025.

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