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Produção nacional de peixes de cultivo alcançou de 887 mil toneladas

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A produção brasileira de peixes de cultivo alcançou 887.029 toneladas em 2023, crescimento de 3,1% com relação ao ano anterior com 860.355 toneladas, aponta Anuário 2024 da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR).

A tilápia destacou-se como a espécie de maior participação na produção nacional, representando impressionantes 63,93% do total. Com sua crescente popularidade e demanda no mercado interno e externo, a tilápia continua a ser uma importante fonte de receita e empregos para a indústria da piscicultura brasileira.

Em termos financeiros, o faturamento da indústria de piscicultura em 2023 atingiu R$ 9 bilhões, refletindo o potencial econômico desse setor em constante crescimento. Além disso, a piscicultura proporcionou aproximadamente 3 milhões de empregos diretos e indiretos em todo o país, destacando seu papel crucial na geração de renda e no desenvolvimento social.

Minas Gerais, um dos principais estados produtores, contribuiu significativamente para esse panorama positivo. Em 2023, o estado registrou uma produção de peixes de cultivo de 61,6 mil toneladas, apresentando um crescimento notável de 12,6% em relação ao ano anterior. Essa expansão reflete os esforços dos produtores locais e o ambiente propício para o desenvolvimento da piscicultura em Minas Gerais.

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Esse desempenho é atribuído a diversos fatores, como a forte organização dos produtores mineiros e a presença de um mercado consumidor sólido no Estado. A qualidade da água e a infraestrutura adequada também contribuem para o sucesso da piscicultura em Minas Gerais, tornando-a referência para o desenvolvimento da atividade em todo o país.

Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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