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Mercado de soja fecha a semana com pequena alta e grandes expectativas

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O mercado de soja em Chicago está fechando a semana com ligeira alta para os contratos da commodity com entrega em maio nesta quinta-feira (07.03), refletindo um cenário marcado pela volatilidade. Esta movimentação ocorre em meio à expectativa de antecipação do relatório de oferta e demanda de março do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

A sessão foi influenciada por diversos fatores, entre eles as preocupações iniciais com o clima seco na Argentina, principal concorrente do Brasil no mercado global de soja. Essas preocupações impulsionaram os preços no início do dia, porém, as previsões de chuvas para os próximos dias no país vizinho amenizaram essas inquietações, limitando os ganhos.

Outro ponto de destaque foi a expectativa em torno do relatório do USDA, que pode trazer mudanças significativas nas estimativas de produção e demanda global de soja. Esta perspectiva contribuiu para a volatilidade do mercado, juntamente com a realização de lucros por parte de alguns investidores, o que limitou a alta dos preços.

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Os principais contratos apresentaram os seguintes movimentos:

  • Soja em grão com entrega em maio: fechou com uma alta de 0,75 centavo de dólar por bushel, alcançando US$ 11,48 1/4 por bushel.
  • Soja em grão com entrega em julho: registrou um aumento de 0,50 centavo de dólar por bushel, atingindo US$ 11,57 1/4 por bushel.
  • Óleo de soja: apresentou uma elevação de 0,22 centavo de dólar por libra-peso, alcançando US$ 62,32 por libra-peso.
  • Farinha de soja: registrou um aumento de US$ 1,20 por tonelada curta, fechando a US$ 444,70 por tonelada curta.

Para as próximas semanas, o mercado permanece atento ao clima na Argentina e à divulgação do relatório do USDA, buscando definir o rumo dos preços da soja. A expectativa é de que a volatilidade continue elevada até que haja maior clareza sobre esses fatores.

Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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