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Gefron apreende 112 tabletes de entorpecentes e causa prejuízo ao crime de R$ 2,3 milhões

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) realizou a apreensão de 112 tabletes de pasta base e cloridrato de cocaína durante uma operação realizada em uma região de mata na área rural de Porto Esperidião (323 km de Cuiabá). A ação ocorreu na tarde desta terça-feira (05.03), como parte das operações “Protetor das Fronteiras e Divisas” e “Ágata”.

A equipe policial estava em diligência na área rural da cidade quando avistou quatro indivíduos carregando sacos conhecidos como “cangas”, frequentemente utilizados para o transporte de drogas. Ao perceberem a presença dos policiais, o grupo abandonou os sacos e fugiu se embrenhando na mata.

Dentro dos sacos os policiais encontraram 66 tabletes de pasta base de cocaína e 46 de cloridrato de cocaína. O entorpecente está avaliado em R$ 2,3 milhões, valor de prejuízo ao tráfico internacional de drogas.

Os materiais foram apreendidos e encaminhados para a Delegacia de Polícia Federal de Cáceres para as medidas necessárias.

As operações têm como objetivo o combate aos crimes transfronteiriços entre o Brasil e a Bolívia.

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Participaram da ocorrência a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), por meio do Gefron, Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron) e Polícia Militar, juntamente com o Exército Brasileiro, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, e Receita Federal.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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