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Segurança jurídica, protestos e muito mais na Revista Pensar Agro deste mês

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Já está disponível a 4a edição da Revista Pensar Agro. Em destaque, os recentes movimentos de agricultores que levaram seus tratores às ruas em diversos países da Europa, em protesto contra medidas para reduzir as emissões de óxidos de nitrogênio, burocracia excessiva, exigências ambientais do Pacto de Transição Ecológica da União Europeia, concorrência desleal de produtos importados etc.

A revista traz ainda a análise de especialistas sobre a política global coordenada por organizações como a ONU, o Fórum Econômico Mundial (WEF) e a União Europeia, que, segundo eles, estariam atacando a agropecuária, a agroindústria e os sistemas de energia em diferentes nações, sob crescente pressão regulatória.

Além desses temas, a edição também aborda os desafios do agronegócio no aumento da produção de alimentos, diante do crescimento populacional mundial. Segundo o novo relatório das Nações Unidas, a população mundial está prevista para atingir 9,7 bilhões de pessoas em 2050, exigindo um aumento significativo na produção de alimentos para atender à demanda.

E mais: a segurança jurídica do agronegócio, na visão do Vice-presidente Nacional do Instituto de Registradores Imobiliários do Brasil.

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Tudo isso e muito, você contra na edição da Revista pensar Agro deste mês.

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Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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