CUIABÁ

MATO GROSSO

Produtores familiares passam a contar com caminhão para transportar alimentos até escolas

Publicados

MATO GROSSO

Um caminhão basculante entregue pela Secretaria Estadual de Agricultura Familiar (Seaf) à Cooperativa dos Produtores Hortifrutigranjeiros de Sorriso (Cooperriso) fortaleceu o trabalho desenvolvido pela entidade, que reúne 62 produtores familiares de sete municípios mato-grossenses, atualmente.

O veículo é usado, principalmente, para transportar a produção do campo até as escolas públicas da região, mas também para os mercados e para a assistência social.

“Esse caminhão é muito importante para nós porque a demanda da cooperativa está crescendo todos os dias. A gente trabalha com todos os legumes, verduras, frutas, que a merenda escolar precisa, e também atendemos os mercados”, afirmou Ivaldino Hahn, presidente da Cooperriso.

Além das escolas de Sorriso, a cooperativa atende as demandas da educação de Lucas do Rio Verde e Vera, totalizando mais de 40 unidades de ensino municipais.

A cultura mais produzida pelos produtores é a da banana nanica, mas a produção é diversificada e inclui maracujá, abacaxi, melancia, mamão, mandioca, melão, além de abóbora, mandioca

O caminhão novo foi entregue no início deste ano pelo Governo do Estado e reforçou o trabalho que antes era feito com o apoio da Prefeitura de Sorriso.

Leia Também:  População de Cáceres e região passa a ser atendida pelo maior hospital público de Mato Grosso

“É muito gratificante para nós esse caminhão, que é grande e tem conforto para o motorista e para o ajudante”, pontuou o presidente da cooperativa.

O resultado demonstra que o investimento do Governo de Mato Grosso na agricultura familiar tem melhorado, na prática, a vida dos produtores, conforme o secretário estadual de Agricultura Familiar, Luluca Ribeiro.

“Nos últimos cinco anos, o Governo de Mato Grosso já entregou um total de 679 veículos e equipamentos aos agricultores familiares e cada uma dessas entregas traz um impacto positivo na vida desses produtores e também para o segmento como um todo”, enfatizou.

O Estado também entregou calcário para os produtores familiares do município.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

CCJ do Senado conclui votação da PEC da Segurança Pública

Publicados

em

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu, nesta quarta-feira (14), a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.

O texto agora está pronto para análise no plenário do Senado. Se aprovada sem alterações, a PEC 18 de 2025 será promulgada uma vez que já foi aprovada na Câmara.

De autoria do Poder Executivo, a PEC estabelece penas mais duras e regimes de prisão mais restritos para chefes de facções e milícias e cria um novo pacto federativo entre União, estados e municípios para o enfrentamento ao crime no Brasil.

Essa proposta foi uma das prioridades do atual governo para área da segurança, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometendo criar um ministério da segurança pública após aprovação da PEC.

O texto base da proposta foi aprovado no início de setembro, ficando pendente a análise de três destaques que seriam votados hoje com sugestões de mudanças.

Os requerimentos, porém, não foram votados porque os autores dos requerimentos Carlos Portinho (PL-RJ) e Alessandro Viera (MDB-SE) não estavam presentes na sessão.

O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), justificou, com base no Artigo 300 do regimento interno do Senado, que os destaques apresentados ficaram prejudicados com a ausência dos senadores.

“Não tendo solicitado a palavra o autor do destaque para encaminhamento, ficam prejudicado os destaques”, disse.

Leia Também:  Força-tarefa da Polícia Civil encaminha ao Judiciário inquérito sobre interceptações telefônicas ilegais

Alencar informou à imprensa que conversou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para votar o tema no plenário ainda antes do segundo turno das eleições, marcadas para 25 de outubro.

“Pelo que o Davi me falou ontem, nós temos condição de aprova-la ainda nesse período antes do segundo turno. Vamos trabalhar por isso, para que a matéria possa ser promulgada e o presidente [Lula] possa criar o Ministério da Segurança Pública do país.”

A PEC

Entre outras medidas, A PEC propõe a constitucionalização do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), alterando o Artigo 144 da Carta Magna, que trata da segurança pública.

A proposta inclui que a segurança deve ser exercida “em regime de cooperação federativa” e “por meio da atuação integrada e descentralizada” das diferentes instituições que trabalham com o tema.

“Art. 144-A. Os órgãos de segurança pública articular-se-ão em regime de cooperação federativa, por meio do Sistema Único de Segurança Pública, destinado a assegurar a eficiência da prevenção, da persecução e da execução penal”, define o texto.

Facções e milícias

A PEC estabelece penas mais duras e regimes especiais de prisão para os chefes de facções e milícias, como prisão em unidades de segurança máxima e restrição ou vedação à progressão de penas.

Também são previstas medidas patrimoniais contra o produto do crime, a responsabilização de pessoas jurídicas envolvidas e a proteção a denunciantes e seus familiares.

Leia Também:  Plenário Presencial aprecia contas anuais e tomada de contas envolvendo a Sema nesta terça-feira (4)

Outra novidade da PEC é a possibilidade de criação de polícias municipais de natureza civil, submetidas ao controle externo do Ministério Público , com a atribuição de realizar policiamento ostensivo e comunitário no âmbito das cidades onde atuarão.

A PEC ainda amplia atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF) , prevê a criação de polícias municipais e aumenta a vinculação do orçamento público para segurança pública.

Fundos de financiamento

Segundo a PEC, 50% dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) serão repassados pela União para os estados e municípios, excluídas despesas de custeio e investimento da polícia penitenciária nacional do Funpen.

“As regras de financiamento fortalecem o FNSP e o Funpen, criam vinculações e blindagens orçamentárias e garantem repasses obrigatórios. Essas medidas aumentam a previsibilidade financeira, garantindo a perenidade das ações policiais”, escreveu o relator.

A PEC ainda prevê que 10% do superávit financeiro anual do Fundo Social, ligado ao pré-sal, sejam destinados aos fundos da segurança, “reforçando o financiamento contínuo das políticas nacionais de segurança pública e execução penal”.

A proposta ainda prevê a criação do Sistema de Políticas Penais, responsável pelo sistema prisional brasileiro, e autoriza União, estados e municípios a atuarem conjuntamente na legislação sobre segurança pública, organização de polícias, guardas municipais e sistema socioeducativo.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA