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Setasc entrega cestas de alimentos para famílias atingidas pela chuva em Cáceres

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) entregou 500 cestas de alimentos e kits de higiene e limpeza para o município de Cáceres, para atender as famílias atingidas pela forte chuva que caiu no município, localizado a cerca de 200 km de Cuiabá. Nesta sexta-feira (16.02), mais 500 cestas de alimentos devem ser entregues ao município.

A ação, que conta com o apoio da Polícia Militar, Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron) e Defesa Civil, faz parte do programa SER Família, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes.

“Fiquei muito aflita quando soube da situação da população de Cáceres e rapidamente acionei o governador Mauro Mendes, que não mediu esforços para que a população atingida pelas fortes chuvas fossem atendidas o mais rápido possível. Agradeço ao Corpo de Bombeiros, que fez os primeiros atendimentos, à Prefeitura Municipal, ao Gefron, Defesa Civil, Polícia Militar e voluntários. Foi uma verdadeira força-tarefa para auxiliar a população do município. Que Deus abençoe a todos”, disse a primeira-dama Virginia Mendes.

A secretária da Setasc, Grasi Bugalho, esteve no município no período da tarde de quarta-feira e visitou alguns bairros que foram atingidos pela chuva, acompanhada da prefeita de Cáceres, Eliene Liberato, da secretária municipal de Assistência Social, Fabíola Campos Lucas, do secretário adjunto de Proteção e Defesa Civil do Estado, coronel BM César Brum, e do comandante do Gefron tenente-coronel Manoel Bugalho Neto.

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Força-tarefa da Setasc conta com apoio da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Gefron e órgãos municipais | Foto: João Reis

“Viemos aqui para somar, ver o que precisa e o que é possível fazer como Governo do Estado, e, para o que for da área social, nós temos o Programa SER Família, tanto o Solidário, por meio do qual ajudamos com a entrega de cestas de alimentos, quanto a transferência de renda. Nós viemos aqui justamente para trazer esse olhar de apoio e ver o que a gente pode construir juntos para melhorar a situação dessas pessoas que perderam tudo”, enfatizou a secretária Grasi, que também agradeceu o apoio do Gefron, essencial para o transporte dos kits de higiene, Defesa Civil e Polícia Militar.

A prefeita de Cáceres, Eliene Liberato, agradeceu o apoio do Governo de Mato Grosso e a atenção da secretária Grasi Bugalho.

“Graças a Deus, desde o primeiro momento, o Estado atuou sendo um grande parceiro. A gente só tem a agradecer, porque não foi fácil. Tivemos que fazer um enfrentamento de emergência e o aporte que foi dado através de mantimentos e material de limpeza serviram muito para todos nós. Em nome da população cacerence, só tenho a agradecer por ter a equipe do Estado aqui e pela visita da secretária Grasielle”, disse.


Lurdes Brasil, moradora do Bairro Cavalhada II, agradeceu cestas de alimentos entregues pelo Governo de MT | Foto: João Reis

Para Lurdes Brasil de Souza, moradora do Bairro Cavalhada II, a entrega dos alimentos chegou em um momento importante para as famílias que foram afetadas pela enchente.

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“Receber essa cesta significa muito para todos nós, porque perdemos tudo aqui dentro de casa. Agradeço muito ao governador e à esposa dele, dona Virginia, por estarem nos ajudando neste momento. Essa cesta é uma benção de Deus”, afirmou.

Além das 500 cestas de alimentos, também foram entregues ao município mil kits de higiene e limpeza. Conforme a secretária municipal de Assistência Social, Fabíola Campos Lucas, os materiais vão auxiliar as famílias na limpeza das casas.

“Nesse momento, os kits de higiene e limpeza são fundamentais, uma vez que as famílias estão aproveitando para limpar as casas e lavar as roupas atingidas pela enchente. Então, os kits doados chegam em boa hora”, afirmou a secretária municipal.

Laíde Mendes, também do Bairro Cavalhada II, agradeceu ao Governo do Estado pela ajuda enviada ao município. “Agradeço ao governador e a primeira-dama Virginia por não terem esquecido da gente e tere, dadp atenção à população de Cáceres, nos enviando essas cestas básicas”, manifestou.

As equipes da Setasc e da Defesa Civil permanecerão em Cáceres para dar apoio no atendimento às famílias atingidas pela chuva.

Fonte: Governo MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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