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Complexo da Salgadeira reabre nesta sexta-feira (9) com novo horário de funcionamento

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A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) informa que o Terminal Turístico da Salgadeira reabrirá nesta sexta-feira (09.02), com horário de funcionamento das 9h às 16h. O espaço funcionará de terça a domingo e, às segundas-feiras, ficará fechado para manutenção.

Não será cobrada taxa de estacionamento, inicialmente. A Salgadeira será acessada com visitas guiadas gratuitas exclusivamente para banho.

O restaurante ficará fechado temporariamente durante reforma para melhor atender a população mato-grossense e os turistas.

O Terminal Turístico da Salgadeira passa a ser administrado pelo Serviço Social do Comércio (Sesc-MT), que assumiria no dia 2 de fevereiro, porém, não pode devido aos danos na estrutura deixados pela ex-concessionária.

“Nós tínhamos que fornecer condições para que o espaço pudesse funcionar. A Sedec realizou a manutenção necessária para reabrir a Salgadeira e, ainda, serão feitas outras melhorias ao longo do período de transição de gestão. Vamos implantar o Centro de Atendimento ao Turista (CAT), o Centro de Interpretação Ambiental e novas atividades nos próximos meses”, explicou o secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda.

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A Sedec irá auxiliar o Sesc por seis meses, durante a transição de administração.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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