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Inmet prevê mudanças climáticas e chuvas para os próximos dias

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Nos próximos dias, teremos chuvas e mudanças climáticas em Minas Gerais – as projeções indicam até 50 mm de chuva – e no Centro-Oeste brasileiro, segundo previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Centro-Oeste, as instabilidades ganham força, especialmente em Goiás, onde as chuvas frequentes impactam as lavouras e limitam as operações de colheita. Em Mato Grosso do Sul, as chuvas trazem alívio, enquanto em Mato Grosso, as condições de temperaturas e chuvas estão dentro do esperado para a época.

Na Região Sudeste, os corredores de umidade permanecem ativos, com destaque para chuvas mais intensas em Minas Gerais, podendo atingir volumes superiores a 50 mm em algumas áreas. Nas demais regiões, as chuvas variam de 5 a 15 mm, ocorrendo de forma isolada e passageira à tarde.

Na Região Sul, a massa de ar quente e seco predomina, mantendo o tempo firme no Rio Grande do Sul, enquanto chuvas isoladas e fortes podem ocorrer em áreas do Paraná e Santa Catarina, amenizando o calor intenso. Temperaturas podem se aproximar dos 38°C no sul do Rio Grande do Sul.

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Na Região Norte, o instituto prevê chuvas mais intensas no centro-norte do Amazonas, com projeções de até 40 mm ao longo do dia. Já na Região Nordeste, chuvas são esperadas no Maranhão e sul da Bahia, enquanto o interior terá sol e calor.

Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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