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Poder Judiciário chama atenção para Dia Mundial da Internet Segura

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O Dia Mundial da Internet Segura é uma iniciativa global que visa promover o uso seguro, responsável e positivo da internet, principalmente entre crianças e jovens. Este ano, a data está marcada para o dia 06 de fevereiro e, por isso, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso vem explicar melhor o assunto.
 
Empresas parceiras, voluntários, grupos, instituições públicas e organizações não governamentais (ONGs) fornecem manuais, didáticas, palestras, documentações, aplicativos e outras formas de educar as pessoas a como se proteger na internet e navegar mais tranquilamente.
 
São discutidos temas sobre proteção de dados, como manter seus dados protegidos, não enviar fotos íntimas, evitar compartilhar localização e pessoas que estão na sua companhia o tempo todo nas redes sociais, como evitar cair em golpes de internet (fraude, vírus, phishing etc), como denunciar crimes cibernéticos, combate ao cyberbullying, assédios, extorsões e como melhorar a saúde mental para não sofrer ou saber como lidar com a internet.
 
“A internet é um espaço de aprendizagem, diversão e comunicação, mas também é um ambiente de violência, discriminação, desinformação e invasão de privacidade. Essa data visa mobilizar diversos entes com a missão de tornar a web um local mais saudável e seguro para todos, principalmente para as crianças, por isso é preciso sermos conscientes, responsáveis e respeitosos na internet, além de sabermos como nos proteger e proteger os outros”, destacou Fellipe Abib, especialista em segurança da informação da Coordenadoria da Tecnologia da Informação do TJMT.
 
O Dia Mundial da Internet Segura é uma iniciativa anual com o objetivo de envolver e unir os diferentes atores, públicos e privados, na promoção de atividades de conscientização em torno do uso seguro, ético e responsável das tecnologias de informação e comunicação, nas escolas, universidades, ONGs e na própria rede. Com esta motivação, o Dia da Internet Segura reúne atualmente mais de 200 países para mobilizar usuários e instituições em torno da data e estimular um uso livre e seguro.
 
De 2009 a 2023, ocorreram 1.255 eventos no Dia da Internet Segura no Brasil, em 305 cidades de 28 estados do país.
 
Ferramentas do TJMT – O Tribunal de Justiça de Mato Grosso dispõe de várias ferramentas de segurança cibernética e reforça o uso delas por meio de campanhas de segurança da informação, como dicas do dia a dia explicando como se proteger e como incorporar a segurança na sua rotina.
 
Em 2023, foram realizadas campanhas de phishing (se protegendo de e-mails fraudulentos), campanha de MFA (multi-fator de autenticação nas contas corporativas), uso do antivírus nos computador do trabalho e nos pessoais, além de uma campanha sobre como usar Wi-Fi público com segurança.
 
Além disso, o TJMT instituiu em 2023 uma nova Política de Segurança nas Comunicações do Poder Judiciário de Mato Grosso, em conformidade com a Resolução nº 396/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e com documentação própria, por meio da Portaria TJMT/PRES nº 649/2023.
 
Dentre os destaques dessa política, estão o fortalecimento do uso da plataforma de produtividade Office 365, proteção da privacidade, níveis de acesso à internet, utilização do e-mail institucional, dentre outros.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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