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Secel e Oi Futuro apresentam iniciativas premiadas no programa MOVE_MT 2

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (SECEL-MT) e o instituto Oi Futuro divulgaram nesta sexta-feira (26.01) as cinco iniciativas premiadas no MOVE_MT 2. Ao todo, 20 empreendimentos participaram da segunda edição do programa de aceleração de negócios criativos, de inovação e/ou impacto sociocultural de Mato Grosso.
Escolhidos após banca final com experientes profissionais das áreas de economia criativa e de impacto social, os vencedores do MOVE_MT 2 irão dividir o valor de R$ 356,4 mil. Além disso, participam de um intercâmbio no Lab Oi Futuro, no Rio de Janeiro, para uma imersão no ecossistema da economia criativa da cidade.

Todas as iniciativas selecionadas no programa fizeram parte de uma jornada de aprendizados, que contou com mais de 1.700 horas de mentorias e capacitação em gestão, inovação, impacto social, comunicação, gestão financeira e captação de recursos. Dentre os projetos, 60% eram comandados por mulheres, 65% tinham pessoas pretas e pardas como líderes e 25% eram liderados por pessoas da comunidade LGBTQIAPN+.

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“O MOVE_MT faz parte de uma política pública de desenvolvimento do setor da economia criativa que acontece de forma continuada. Em mais uma edição, o Governo de Mato Grosso oportunizou aprendizados para a estruturação e o desenvolvimento sustentável e rentável dos negócios criativos do Estado. Nossos parabéns aos projetos premiados e a todos os participantes!”, celebra o secretário da Secel, Jefferson Carvalho Neves.

Conheça os projetos premiados:

Cidadão Oddly: a organização está sendo criada pela produtora independente de eventos LGBTQIA+ Oddly, de Cuiabá, para atuar na capacitação de pessoas trans e travestis para sua inserção no mercado de trabalho.

Hip Hop Atemporal: o projeto difunde a cultura hip hop entre jovens periféricos de escolas da região metropolitana de Cuiabá. Os cinco elementos do hip hop (break, MC, grafite, DJ) são levados por meio de oficinas associadas ao currículo escolar.

Pé de Folclore – Cáceres, rios e lendas: iniciativa que visa manter e valorizar as manifestações culturais populares na região, como Siriri, Cururu e Festas de Santo, por meio de oficinas infantis de artes cênicas, dança e música no município de Cáceres.

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Quariterê: produtora audiovisual preocupada com equidade de gênero em funções e com visão pautada pela igualdade racial. Seu objetivo é desenvolver produções culturais e artísticas e participar do desenvolvimento de políticas afirmativas no mercado audiovisual.

Tece Arte: coletivo de 55 mulheres rendeiras que produzem peças artesanais únicas com base nos aprendizados ancestrais da etnia Guaná.

O MOVE_MT

Promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (SECEL-MT) em parceria com o instituto Oi Futuro, o programa MOVE_MT é voltado para iniciativas do segmento da economia criativa, que incluem mundo das artes, negócios digitais e criações funcionais (urbanismo, moda, gastronomia, turismo, etc).

Em sua primeira edição, a aceleração atendeu 30 negócios criativos de diferentes municípios mato-grossenses. Nesta segunda edição, mais 20 iniciativas foram selecionadas para participar do ciclo de aceleração.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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