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Brasil exportou R$ 6 bilhões em frutas em 2023

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O Brasil alcançou a marca de R$ 6 bilhões em exportações de frutas em 2023, representando um aumento de 26,73% em comparação com o ano anterior. O volume de frutas exportadas também cresceu, atingindo 1,06 milhão de toneladas, o que corresponde a um aumento de 6%.

Dentre as frutas exportadas, a manga liderou a lista com 266 mil toneladas enviadas para o exterior. Em seguida, o melão, com 228 mil toneladas, e o abacate, com 105 mil toneladas, completaram o pódio das frutas mais exportadas pelo Brasil.

A Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) atribui este crescimento a diversos fatores, incluindo a diversidade de frutas cultivadas no país, a qualidade reconhecida dos produtos brasileiros e a abertura de novos mercados internacionais.

Guilherme Coelho, presidente da Abrafrutas, destacou o papel dos fruticultores brasileiros neste sucesso. Segundo ele, o recorde de exportações é o resultado do trabalho dedicado dos produtores, que se empenham na cultura de frutas de alta qualidade, respeitando o meio ambiente e buscando continuamente a excelência em seus processos.

O Brasil é reconhecido globalmente como um dos principais produtores e exportadores de frutas, destacando-se na produção de manga, melão, uva, laranja, banana e acerola. Este desempenho nas exportações reflete a importância do setor agrícola brasileiro no mercado global e sua capacidade de adaptação às demandas internacionais.

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Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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