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Prefeito assina ordem de serviço de construção da avenida Alfredo de Castro

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O programa de melhorias da mobilidade urbana da cidade ganhou um novo capítulo na manhã desta quinta-feira (11), após o prefeito José Carlos do Pátio, assinar a ordem de serviço para o início das obras de duplicação e pavimentação asfáltica da avenida Alfredo de Castro que vai ligar o referido residencial, passando pelo Parque dos Poderes ou CPA – Centro Político Administrativo de Rondonópolis e chegando ao Anel Viário Conrado Sales de Brito.

Na verdade, a gestão municipal tem se esmerado em criar políticas públicas de resultados, que levam e entregam serviços públicos de qualidade onde eles devem chegar, ou seja: às comunidades.

E nesse quesito o prefeito tem realizado projetos de mobilidade urbana que estão literalmente abrindo a cidade para o desenvolvimento, e proporcionando mais mobilidade, melhoria no fluxo de tráfego e melhor qualidade de vida a todos os munícipes.

Uma prova disso, foram as obras viárias de ligação urbanas que já foram edificadas, como a continuidade de Avenida Otaviano Muniz ligando-a a BR-364; a ligação das avenidas: Goiânia; Rua Rio Branco; Bandeirantes, e José Barriga, conectando-as ao Anel Viário; a avenida W-11 ligando à BR-364; e ainda uma obra que está em curso ligando os bairros Taiti, Dom Bosco, Ipiranga, e Primavera entre outros, até a região da universidade passando pelo residencial Parque das Laranjeiras; sem contar ainda a bela avenida dos Estudantes que hoje se tornou o cartão de visitas da cidade.

Pátio ainda destacou que já está fazendo projeto de outras novas avenidas para a cidade, mas ele acredita que talvez não vá ter tempo suficiente ainda nesta gestão, que por sinal chega ao fim em dezembro.

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O prefeito destacou a importância da obra lançada nesta quinta-feira (11), não apenas para os moradores da citada região do Alfredo de Castro, mas sobretudo, para toda a população em geral, pois como explicou, “a nova avenida vai desafogar o tráfego de veículos, que buscam os citados bairros, vindos pela avenida dos Estudantes ou mesmo, pelo anel Viário, e podendo acessá-los pela avenida Alfredo de Castro, passando pelo, fundos do Condomínio Boulevard do Cerrado, pelo fundo da UFR, seguindo pelo Parque dos Poderes (CPA), fundo do Parque de Exposições Wilmar Peres de Farias, até a rotatória da MT-383”.

ESTRUTURA

Na verdade a futura avenida Alfredo de Castro terá pista dupla urbanizada, com 1.800m de extensão; cerca de 25.449,08 m2 de pavimentação asfáltica, incluindo ai, 2.173,13 metros lineares de tubos de drenagem de águas pluviais; e ainda 8.541,75 m2 de calçadas. Essa obra importantíssima para a cidade, será edificada e custeada com recursos próprios do município da ordem de R$ 10.783.150,33 e um prazo de execução de 06 (seis) meses para conclusão.

Em sua fala Pátio ainda destacou a importância da cidade discutir projetos de desenvolvimento que envolvam todos os aspectos da vida social da cidade, mas preferencialmente com um olhar diferenciado voltado para os menos favorecidos, que com a sua força de trabalho, alimentam e movem essa máquina de desenvolvimento e progresso que é a cidade de Rondonópolis, mas tudo isso, sem descuidar dos setores produtivos que compõem esta engrenagem e geram emprego e renda para essa massa de trabalhadores locais.

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O presidente da autarquia Sanear, Paulo José Correia, um dos idealizadores da criação dos bairros da região do Alfredo de Castro, Ananias Martins, e Altamirando entre outros na cidade, também falou sobre a importância desta avenida para os moradores daquela região que ele e o prefeito idealizaram, construíram e ainda estão construindo para dar qualidade de vida e cidadania aos menos favorecidos totalizando até hoje, mais de 25 mil moradias e mais de 30 mil escrituras entregues. Paulo destacou ainda que ele, o prefeito e toda a gestão, estão trabalhando duro, construindo uma cidade para o futuro, mas com os pés no presente, entendendo as necessidades de cada morador igualmente, seja ele próspero ou um simples trabalhador, de modo que entreguem uma cidade melhor e mais próspera do que receberam.

Ainda durante a reunião o prefeito Pátio adiantou que nesta sexta-feira (12) fará o lançamento/assinatura do início das obras da sede da Autarquia do Transporte Coletivo da cidade (AMTCR).

A reunião de assinatura do início das obras da construção da avenida Alfredo de Castro, contou com a presença de diversos secretários, bem como dos vereadores: Batista da Coder, Reginaldo Santos; Cido Silva, Oseias Reis e Kaza Grande.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Noite de autógrafos do livro “Entre o medo e a palavra”, de Janete Oliveira de Carvalho, movimenta Rachid Mamed na próxima sexta-feira (25)

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Ao levar pessoas para dentro da
biblioteca para usufruírem dos mais diversos tipos de linguagens
artísticas, preenche-se esse equipamento cultural de vida e
multiplica-se o conhecimento nas suas mais diversas formas. Essa é a
opinião do secretário adjunto de Cultura e Juventude, Jeth Wilson
Figueiredo, quando se refere ao lançamento da obra de autoficção
de Janete Oliveira de Carvalho, que acontece na próxima sexta-feira
(25), às 19h, na Biblioteca Rachid Mamed.

Jeth
salienta ainda que a iniciativa faz parte do Projeto Biblioteca Viva,
que acredita que a cultura não está longe, mas perto e dentro da
comunidade, podendo ser sorvida e produzida pelos próprios membros
do grupo comunitário. “A biblioteca deve ser lugar de encontro,
troca de ideias, manifestação, participação e formação cultural
através da realização de uma programação vasta e intensa. Assim,
por meio de ações como o lançamento do livro da Janete, buscamos
incentivar a população a frequentar nossas bibliotecas e ter nesses
espaços públicos locais de expressão e consumo de cultura nas suas
variadas modalidades”, defende ele.

Registros
feitos ao longo do tempo no papel, como se este fosse seu melhor
amigo, foram transformados em uma obra
literária em que a autora, com sensibilidade e maestria,
aborda temas delicados, mas necessários,
como abuso psicológico e físico na infância, além do
silenciamento que perpetua a violência contra a criança.

A
escrita como catarse foi seu refúgio durante um grande período,
permitindo que Janete conseguisse processar memórias dolorosas. “Um
dia, ao mostrar alguns textos para meu psicanalista, ele sugeriu que
eu os publicasse. Acolhi a ideia e comecei a elaborar os escritos não
mais apenas para desabafar, mas para dividi-los com as pessoas”,
comenta ela.

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Tomando
como linha mestra da
trama a atitude insidiosa e invasiva por parte de quem deveria
cuidar e proteger, mas, se aproveitando da autoridade e ascendência
da qual era investido à época dos fatos, massacra e oprime o
vulnerável e indefeso, a escritora tece a autoficção levando o
leitor a um recinto pantanoso com uma atmosfera sombria onde se
passam os acontecimentos, instigando-o a questionar títulos e papéis
atribuídos mas, por vezes, não desempenhados, como paternidade e
patriarcado.

Densa,
a obra traz questões importantes e atuais sobre a fragilidade
infantil diante a violência contra a criança, julgamento social e
familiar, culpabilização, intimidação, vergonha e medo. A
invalidação e a descredibilização da vítima, como mais um fardo
a ser enfrentado, são outros aspectos desse contexto penoso
retratado pela autora.

Residindo
atualmente em Itanhaém (SP), onde já lançou o livro, a escritora,
que é natural de Goiânia, declara que fazer a noite de autógrafos
em Rondonópolis – cidade na qual morou de 1986 a 2007, formou sua
família, construiu sua carreira como professora e sua vida pública
– é uma prova de fogo, já que agora, por meio dessa obra, as
pessoas vão ver quem é a verdadeira Janete, sem maquiagem.

“Quem
me conhece em Rondonópolis tem uma imagem social e superficial sobre
mim. Mas, depois de lerem o livro, todos vão me enxergar na
intimidade, vão saber da bagagem e das marcas que carrego na alma”,
manifesta a escritora.

Para
Janete, falar sobre um tema tão delicado é fundamental para coibir
que situações semelhantes aconteçam com outras pessoas. “Meu
desejo, quando decidi publicar essa história, era que ela fosse uma
ferramenta de libertação para aqueles, homens e mulheres, que
tenham sido abusados psicológica e fisicamente. Acredito que a
palavra é o início da cura. Ela liberta. Por isso, é preciso tocar
nesse assunto, evitar sua naturalização e legitimar o discurso da
vítima que, recorrentemente, é colocado em dúvida”, declara a
autora.

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São
316 páginas em que Janete faz revelações e reflexões sobre a
vulnerabilidade da criança, seu espaço e a voz que lhe é dada no
seio familiar, abuso e tomada de consciência por parte da vítima e
consequências na vida adulta, desmistificando tabus e destrinchando
os nós desse novelo social que impactam os atingidos pela violência,
encarando o assunto com a coragem, a força e a sabedoria daqueles
que sofreram, mas sobreviveram.

Oportunidades
como a que vai ocorrer na próxima sexta-feira estão abertas a
entidades, produtores e fazedores de cultura que queiram expor seus
trabalhos em um dos equipamentos culturais
disponíveis na cidade.

Em
Rondonópolis, há duas bibliotecas públicas que adotam o Projeto
Biblioteca Viva, conforme ressalta Jeth: “Utilizamos essa concepção
tanto na Rachid Mamed, que se encontra no Centro, quanto na
Biblioteca Manoel Severino da Silva, que se localiza na Vila
Operária. Ambas recebem aqueles que queiram fazer saraus,
performances, apresentações, enfim, encontros cultuarais”.

Reservas
para usar os espaços de uma das duas bibliotecas podem ser feitas
presencialmente no Centro Cultural José Sobrinho, na Rua Barão do
Rio Branco 2.650, Jardim Santa Luzia, entre a OAB e a UPA, ou através
do e.mail dlllbrondonopolis@gmail.com.

A
Biblioteca Rachid Mamed fica na Avenida
Marechal
Rondon 639, Centro.

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