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Atlético Guaratinguetá segura empate com o Bahia e avança ao mata-mata

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Mais dois jogos deram sequência na terceira e última rodada da fase de grupos da Copinha Sicredi nesta quarta-feira (10). Destaque para o Atlético Guaratinguetá, que segurou um empate por 1 a 1 com o Bahia e garantiu classificação. A partida foi realizada no estádio Dario Rodrigues Leite, em Guaratinguetá.

Com o resultado, o Atlético Guaratinguetá ficou em segundo do Grupo 21, avançando com o Red Bull Bragantino, que mais cedo goleou o Joinville-SC por 5 a 2. Bahia, com dois pontos, e Joinville, com um, foram eliminados.

Atlético Guaratinguetá e Red Bull Bragantino agora esperam a definição do Grupo 22 para conhecer seus adversários do mata-mata. O Atlético irá enfrentar Taubaté ou Inter de Limeira. Já o Red Bull Bragantino, além desses dois, ainda tem chance de enfrentar o Cuiabá.

Na outra partida, o CSA superou o Picos-PI por 2 a 1 e chegou a quatro pontos no Grupo 30. Os alagoanos ainda têm chance de avançar, mas precisam torcer por derrota do Vitória (4 pontos) diante do líder e já classificado Ibrachina (6) e ainda vencer nos critérios de desempate.

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A Copa São Paulo já conta com 47 das 64 vagas definidas: Tanabi, Ponte Preta, Sfera, Catanduva, Athletico-PR, Coimbra-MG, Mirassol, Grêmio, Figueirense, Botafogo-RJ, Tiradentes-PI, Chapecoense, Novorizontino, Ferroviária, São Paulo, Ceará, Gama, Atlético-GO, Guarani, Corinthians, Marília, Fortaleza, CRB, XV de Jaú, Internacional, Fluminense, São-Carlense, Criciúma, Ituano, Red Bull Bragantino, Atlético Guaratinguetá, Cuiabá, Aster Itaqua, Sport, Palmeiras, Oeste, Juventude, EC São Bernardo, Santos, Água Santa, Portuguesa, Madureira, Ibrachina, Coritiba, Juventus, Avaí e Retrô-PE.

A maior competição de base do mundo é disputada por 128 times, que foram divididos em 32 grupos com quatro integrantes cada. Ao fim de três rodadas, os dois melhores de cada chave avançam ao mata-mata, sempre realizado em jogo único.

Na segunda fase, a definição dos confrontos é feita a cada dois grupos, sempre com o primeiro colocado de um enfrentando o segundo colocado do outro. Os classificados do Grupo 1 enfrentam os do Grupo 2, os do Grupo 3 pegam os do Grupo 4 e assim por diante.

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Confira os jogos desta quarta-feira:
8h45
Joinville-SC 2 x 5 Red Bull Bragantino-SP
10h45
Picos-PI 1 x 2 CSA-AL
11h
Atlético Guaratinguetá-SP 1 x 1 Bahia-BA
12h45
Cruzeiro-AL x Santo André-SP
Madureira-RJ x Portuguesa-SP
13h
Capital-DF x Ivinhema-MS
Fast Clube-AM x Botafogo-SP
Ibrachina-SP x Vitória-BA
Patriotas-PR x Inter de Limeira-SP
Rio Branco-AC x Capivariano-SP
14h45
Queimadense-PB x União ABC-MS
15h
Aster Itaqua-SP x Sport-PE
Capital-TO x Nova Mutum-MT
União Suzano-SP x Goiás-GO
15h15
Comercial Tietê-SP x América-MG
Desportivo Brasil-SP x Santa Cruz-PE
Sfera-SP x América-RN
Taubaté-SP x Cuiabá-MT
17h
Oeste-SP x Palmeiras-SP
17h15
Timon-MA x Floresta-CE
União Mogi-SP x Cruzeiro-MG
19h30
Remo-PA x Nova Venécia-ES
Ska Brasil-SP x Atlético-MG
21h45
Água Santa-SP x Santos-SP

Confrontos da 2ª fase confirmados:
Tanabi-SP x Athletico-PR
Catanduva-SP x Ponte Preta-SP
Coimbra-MG x Figueirense-SC
Grêmio-RS x Mirassol-SP
Botafogo-RJ x Novorizontino-SP
Chapecoense-SC x Tiradentes-PI
Ferroviária-SP x Gama-DF
Ceará-CE x São Paulo-SP
Atlético-GO x Marília-SP
Corinthians-SP x Guarani-SP
Fortaleza-CE x Internacional-RS
XV de Jaú-SP x CRB-AL
Fluminense-RJ x Ituano-SP
Criciúma-SC x São-Carlense-SP

Fonte: Esportes

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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