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Dinatec abre o calendário de eventos de 2024, quarta-feira, em Canarana, Mato Grosso

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A Dinetec, feira agropecuária anual realizada no Vale do Araguaia, será realizada semana que vem, dias 10, 11 e 12, na Área Experimental da Meta.

Com uma trajetória de uma década impulsionando o setor, o evento abre o calendário nacional, oferecendo uma experiência repleta de inovações, avanços tecnológicos e oportunidades de negócios para produtores e empresas do agronegócio.

Promovido pela Meta Consultoria Agrícola, em parceria com o Sindicato Rural de Canarana/MT, o Dinetec tem se reinventado ao longo dos anos, apresentando um formato dinâmico e atrativo para os dias de campo.

Em 2023, atraiu mais de 14 mil visitantes, incluindo 5.200 produtores rurais, gerando negócios no valor de aproximadamente R$ 3,3 bilhões durante os três dias de evento. A participação de mais de 400 marcas foi crucial para estabelecer o Dinetec como um ponto de referência no cenário agropecuário nacional.

Para a edição de 2024, grandes empresas, tanto nacionais quanto internacionais, já confirmaram presença, prometendo trazer as mais recentes inovações e tecnologias do setor. O evento se destaca como uma oportunidade singular para agricultores e agroempreendedores de todo o país conhecerem as últimas novidades, impulsionando a produtividade e a competitividade em um segmento em constante expansão.

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O Dinetec 2024 consolida seu papel como um evento regional essencial no Mato Grosso, contribuindo significativamente para o desenvolvimento econômico de Canarana e da região do Vale do Araguaia. Ao estimular a economia local, a feira auxilia os produtores nas decisões de investimento, promovendo o fechamento de negócios e o fortalecimento de parcerias. Sendo o epicentro onde conexões são estabelecidas, o evento abre novos horizontes para o agronegócio.

Em um cenário marcado por possíveis desafios, como escassez de insumos agrícolas, elevados custos de produção e desafios climáticos, a Dinetec busca oferecer acesso a informações de qualidade, acompanhamento tecnológico para otimização de recursos e oportunidades de parcerias estratégicas para o sucesso nos negócios.

SERVIÇO

Evento: Dinetec 2024
Data: 10, 11 e 12 de janeiro de 2024
Horário: das 8h às 18h
Local: Área Experimental da Meta Consultoria Agrícola – Canarana-MT

Fonte: Pensar Agro

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Mato Grosso exporta US$ 2,1 bilhões em setembro para 115 países

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Reprodução Secom/MT

Mato Grosso exportou US$ 2,1 bilhões em setembro e encerrou o mês como o 6º maior exportador do Brasil, responsável por 6% das vendas brasileiras ao exterior. Os produtos mato-grossenses chegaram a 115 países, com o milho liderando os embarques. Como as importações somaram US$ 233 milhões, o Estado registrou um saldo positivo de aproximadamente US$ 1,9 bilhão na balança comercial.

Os números integram o boletim de comércio exterior elaborado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), por meio do DataHub MT, com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O desempenho acumulado está acima do registrado no ano passado. Entre janeiro e setembro, Mato Grosso vendeu US$ 26,5 bilhões ao mercado internacional, crescimento de 16,9% em relação ao mesmo período de 2025. O resultado representa US$ 3,8 bilhões a mais em exportações.

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, a força exportadora de Mato Grosso deve ser acompanhada pela ampliação do processamento da produção dentro do Estado.

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“Mato Grosso é um grande exportador e tem um papel importante no abastecimento de mercados internacionais. O Governo tem atuado fortemente para que essa capacidade também se traduza em mais agroindustrialização. Queremos ampliar a transformação da nossa produção aqui, agregar valor ao que vendemos e gerar mais empregos e renda para os mato-grossenses. Além de produzir e exportar commodities, precisamos aproveitar cada vez mais as oportunidades que a indústria oferece”, afirma.

Em setembro, o milho respondeu por US$ 641,1 milhões, equivalentes a 30,3% das exportações estaduais. Na sequência aparecem a soja, com US$ 354 milhões, e a carne bovina congelada, com US$ 257,5 milhões. Farelo e resíduos da extração do óleo de soja somaram US$ 249,3 milhões, enquanto o algodão alcançou US$ 163,3 milhões.

A China foi o principal destino dos produtos mato-grossenses, com compras de US$ 342,3 milhões, ou 16,2% do total. Países Baixos, Egito, Irã e Espanha completaram a lista dos cinco maiores compradores no mês.

Na comparação com agosto, o valor exportado caiu 12,6%. Frente a setembro de 2025, a redução foi de 6,2%. O volume embarcado totalizou 4,75 milhões de toneladas, queda de 23,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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Do lado das importações, os fertilizantes nitrogenados, potássicos e fosfatados concentraram 54,5% dos US$ 233 milhões gastos pelo Estado em setembro. Defensivos e reguladores para plantas representaram outros 22,7%, mostrando o peso dos insumos agrícolas nas compras internacionais.

No acumulado dos nove primeiros meses de 2026, as importações chegaram a US$ 2 bilhões. Com isso, a diferença entre as vendas e as compras externas de Mato Grosso ficou positiva em US$ 24,5 bilhões, avanço de 17,9% sobre o mesmo período de 2025.

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